quinta-feira, 31 de julho de 2008

Menos gente ainda

O torcedor mostra muito pouco interesse no Estadual da Divisão Especial. A situação tende a piorar em alguns clubes, que a medida que vão sendo eliminados, jogarão partidas para cumprir tabela.

O troféu abacaxi da 3a. rodada vai pro jogo Caçador 0 x 1 Timbó, que teve apenas 96 pagantes para 555 reais de renda, preju de R$ 1.284,85. O Juventus/Joinville não empolgou a torcida jaraguaense, apenas 108 pagantes no João Marcatto no empate com o Imbituba, para 454 reais de renda e prejízo de R$ 1.689,30. O maior público, se é que dá pra dizer grande público, foi em Brusque 3x2 Internacional, com 399 pagantes para 1983 reais de renda, que deu um prejuízo de apenas 72 reais.

Mas teve uma boa na rodada: O técnico do Juventus, Agenor Piccinin, foi expulso no 0x0 com o Imbituba ao dizer o seguinte ao árbitro Josué Lamim: "O que tu tás me olhando, eu sou um cara casado, seu burro!!"

Explica isso direito aí seu Lamim....

9 comentários:

  1. Em Brusque foram 399 pagantes, mais o público das cadeiras, que não paga ingresso. Não é isto?

    Não sei ao certo quantas cadeiras tem (500 + as que já existiam, é isto??) Acho que uns 40% das cadeiras estavam ocupadas. Então, qual o público presente? Seriam 399+ 250, ou 650 pessoas?

    Se no Augusto Bauer cabem 4.000 torcedores, alguma coisa não fecha. Acho que podemos dizer que pelo menos 30% do estádio estava com publico. Então, dariam 1.200 torcedores presentes.

    Afinal, qual é o número e a informação correta?

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  2. 1- A Capacidade do Augusto Bauer não é de 4.000 pessoas, e sim, o dobro.

    2- Torcedores das cadeiras pagam sim. Uns fazem contrato e pagam mensalmente (tendo o nome fixo nas cadeiras brancas (ACHO que são os sócios)). E há vendas a R$ 30,00 na hora. Outros, compram um lote e têm o direito de só mostrar e entrar (sem ser nomeado).

    3- Covèm disputar quantas pessoas tinham? Não é mais fácil comentar sobre o jogo?

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  3. Sempre estao furados estes numeros que constam na FCF. Isso aconteceu inclusive nos jogos do Brusque no Catarinense deste ano.

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  4. 1) Sobre o jogo já foi comentado. Tudo que tinha que ser dito já foi nas matérias veiculadas no noticiário de esportes da Radio Cidade, no Jornal o Município e neste Blog do Rodrigo.

    2) Fui pesquisar e a capacidade catalogada do Estádio Augusto Bauer é de 7.000 lugares, antes da colocação das cadeiras. Com as novas cadeiras, perdeu capacidade e se antes cabiam 7.000 agora provavelmente foi reduzido para 6.000 ou menos.

    3) É muito importante, pelo menos para mim e outros torcedores, saber o público dos jogos. Quem quer se aprofundar um pouco mais indo além do trivial (aquilo que acontece no jogo),pode querer saber e questionar como estão entrando os recursos e como eles estão sendo administrados.

    É evidente que no jogo contra o Inter de Lages tinham mais de 399 pessoas. Se no estádio cabem agora 6.000 torcedores (aprox.), os números não fecham. Extrapolando para baixo, eu que estive no jogo posso afirmar (chutando para baixo)que pelo menos 25% dos lugares estavam ocupados considerando a geral, coberta e descoberta.

    Então 25% de 6.000 dariam 1.500 pessoas. Como pode então ser divulgado um público de 399 torcedores? Onde está o resto? Quem controla isto? Como podemos saber, por exemplo, se não está sendo desviada a renda? Gostaria até de pedir ao Rodrigo para levantar esta questão e esclarecer para nós estas dúvidas...

    Eu pelo menos acho fundamental esclarecer estas questões. Se você não acha, basta não ler o comentário.

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  5. Concerteza deu mais de 1000 pessoas no AB , COM SOBRAS ..
    Mas a diretoria divulga isso, para receber essa grana extra..

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  6. E PRA ONDE VAI ESSA GRANA EXTRA????????

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  7. Os valores divulgados no post também não fecham. Como pode 399 pagantes e R$ 1.983 de renda?

    Se dividirmos 1983 por 399 o preço médio do ingresso dá R$ 4,90. Se os ingressos custam R$ 10, 20 e 30 como pode dar um valor médio de R$ 4,90???

    O meu cálculo para a renda do jogo de domingo é o seguinte:

    Capacidade: 6.000
    Público presente: 1500 (chutando por baixo, no jogo de domingo, podemos dizer com certeza que 25% no mínimo dos lugares estavam ocupados)

    Vamos distribuir estes 1.500 torcedores da seguinte forma: 650 arquibancadas a R$ 20, dá R$ 13.000e mais 750 ingressos de geral a R$ 10, que dá R$ 7.500. Deixamos fora 100 cadeiras não pagas.

    Portanto, ainda excluindo as cadeiras que não pagam ingresso, a renda estaria por volta de R$ 20.000.

    Em jogos com o estádio lotado (com 6.000 torcedres), a renda seria portanto quatro vezes maior: R$ 20.000 X 4 = R$ 80.000.

    Não estou dizendo que este dinheiro por fora que está entrando não está sendo investido no plantel e no BFC. Acredito mesmo que sim. Afinal, o BFC montou um bom plantel, as categorias de base estão fortes e tudo isto necessita investimento. Nós torcedores do BFC temos o direito de saber os números reais. Esta história de ficar sempre se queixando que não tem dinheiro não é bem assim. QUEREMOS SABER OS NÚMEROS REAIS. Acho que o pessoal da imprensa deveria levantar ou pelo menos aproximar para nós torcedores o público REAL dos jogos.

    Se o BFC colocar 50% da capacidade média do estádio nos 2 jogos mensais que tem em casa, pode tirar R$ 40.000 em cada um, e R$ 80.000 nos dois jogos.

    Agora, nestas finais de primeiro turno, pode ocorrer público muito maior, lotando ou quase lotando o estádio. Com o estádio lotado, dois ou três jogos daria de chegar perto de R$ 150.000. Então não é bem assim dizer que não tem recurso para pagar a folha, etc.

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  8. ESSA GRANA EXTRA , fica para a diretoria, pagar salarios e outras despeasas, amigo..
    ja que um porcentagem da renda tem que ir para a Federaçao.. entao 'qnto menos publico' menos tera que dar para a delfim ..

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  9. Olha, não sei se é o caso do Brusque, mas, via de regra, os clubes, especialmente os pequenos, omitem parte dos dados sobre público e renda para evitar penhora da bilheteria em processos que correm na Justiça do Trabalho. Como as fontes de financiamento dos clubes são sempre escassas, eles contam com o dinheiro da bilheteria, mesmo que seja só uns trocados.

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