sábado, 4 de outubro de 2008

Briga a vista: RIC Record diz que o Catarinão 2009 é dela

No site oficial da RIC Record, a emissora dos Petrelli diz que os direitos de transmissão do Catarinense 2009 a ela ainda pertencem. Sinal de briga a vista, já que a RBS, com toda a pompa, diz que os direitos são dela.

Acompanhe a nota oficial publicada aqui:

Catarinense 2009 é na Record
03/10/2008

Com a definição da fórmula do Campeonato Catarinense de 2009 pela associação de clubes na última semana, a Rede Record dá a largada para mais uma temporada de transmissões exclusivas do futebol catarinense. Os patrocinadores de 2008 já foram contatados e já estão exercendo o seu direito de prioridade para a compra das cotas de patrocínio em 2009, sendo que o prazo de prioridade vai até o próximo dia 10 de outubro.

Segundo o direção comercial da RIC Record, duas cotas estado já estão contratadas para o campeonato do ano que vem. Um cliente do interior de São Paulo e outro de Santa Catarina já fazem parte das cinco cotas que estão sendo negociadas no mercado. "É um produto que foi valorizado quando passou para a Rede Record. O ganho de visibilidade para o futebol catarinense foi extraordinário. Através da Record Internacional, mais de 130 países, nos cinco continentes, puderam acompanhar o Campeonato Catarinense. Nos dois primeiros anos nós investimos na sua estruturação operacional e de programação. Agora vamos em busca do sucesso comercial de um produto que cresceu em valor nas mãos da Record”, afirma o diretor comercial.

Os direitos de transmissão pertencem a Rede Record desde 2007. Naquela época o campeonato havia sido desvalorizado pela emissora concorrente e os clubes foram à Record pedir apoio ao futebol profissional catarinense. Não encontraram somente apoio. Encontram um parceiro que somou financeiramente com um contrato de três anos com 100% de reajuste em relação ao ano anterior. Para 2009 a RIC Record já contratou a mesma estrutura técnica operacional de 2008, com câmeras digitais e transmissões via satélite, profissionais focados no futebol profissional e parceiros comerciais comprometidos com o evento.

E agora Delfim?

Com informações do site Papo de Bola, do Edu César.

3 comentários:

  1. Puxa Rodrigo, que cara mais AGRESSIVO este tal de rafael que passou a frequentar o blog. Você deve conhecer...

    Xinga todo mundo que tem opínião diferente da dele. Noutro dia, xingou um leitor porque ele não colocou o nome, e quando recebeu resposta xingou também o outro comentarista. Neste mesmo post, usou quatro ou cinco comentários para xingar os leitores.

    Ontem xingou um torcedor que fez um comentário grande e que tinha uma opinião diferente da dele.

    Puxa, deste jeito este cara vai acabar com o blog. Muitos não vão mais mandar comentários. Cada um tem uma opinião, concorda? Você pode dar a sua opinião e saber respeitar a opinião dos outros.

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  2. Afinal, parece ser surpresa para muitos o que a Federacao Catarinense faz ( em conjunto com a Associacao de Clubes ... ),será que estes dois organismos estao visando a Malhoria do Futebol Catarinense???responda quem poder!!!.
    Além disso a divisao destes negocios , já quem faz o espetaculo sao os Clubes e os jogadores, esta divisao esta sendo feita corretamente???? , ou estao somente interrando mais os clubes " Ditos pequenos" , pois os Grandes deven pegar a maior fatia ??? porque ????.

    tem muita coisa errada , falta coragem dos "Ditos Pequenos se unirem , e juntos brigarem por mais direitos, e por mais justiça , "acho um sonho" , pois tem pequenos que se vendem por tao pouco.

    viva nossa FCF ,

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  3. Outras atitudes da FCF difíceis de serem entendidas já foram levantadas pelo Rodrigo e Xirú, como por exemplo, a idéia de realizar um campeonato com 10 clubes, quando poderiam ser 12.

    O campeonato brasileiro começa somente na segunda metade de maio. Portanto, são mais de 4 mêses ou aprox. 20 finais de semana. Com 12 clubes disputandoe e mantida a mesma fórmula (jogos de ida e volta), com parte dos jogos nas quartas-feiras haveria tempo suficiente para realizar todos os jogos e sobrariam datas para outras eventuais competições (Copa do Brasil, por exemplo, que os chamados grandes participam).

    Pior ainda o fato de rebaixar 2 clubes em 10, ao invés de 1. Não dá para entender como alguns dos chamados pequenos (leia-se Juventus, Brusque, Ibirama, Marcilio, Cidade Azul, Chapecoense, Metropolitano e hoje Joinville também), todos potenciais candidatos a um possível rebaixamento, ajudaram a aprovar esta fórmula.

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