
O EC Metropol é de Criciúma, a cerca de 300 quilômetros do Vale do Itajaí, e o Brusque foi campeão catarinense em 13/12/1992, 16 anos atrás.

O jogo entre Criciúma x Metropolitano foi estranho. Mais do que o confronto de um motivado líder do returno contra um campeão de turno cheio de garotos, foi uma partida que teve decisiva participação da pequena torcida que estava no Heriberto Hulse.
O Brusque trouxe um ponto do Orlando Scarpelli, que veio com sabor de derrota. Faltou o time do técnico Suca ter entrado em campo confiante que poderia bater o Figueira dentro do campo do adversário. Foram cinco chances claras de gol, que esbarraram no competente goleiro Wilson, mais uma vez o melhor em campo do alvinegro, que é uma bagunça em campo.
Já o Marcílio Dias segurou Sérgio Ramirez enquanto pôde, visando um planejamento para a Série C. Mas as cinco derrotas seguidas custaram seu cargo, e o marinheiro trouxe Gerson Andreotti, carioca que já passou por Itajaí. É daqueles técnicos que gritam bastante na beira do gramado, pra tentar fazer um time funcionar na base da bronca e da motivação. Estreará no domingo contra outro ex-clube seu, o Brusque.
Em meio à goleada de ações ganhas pela RIC Record pelos direitos de transmissão do Estadual, os clubes e a RBS pela primeira vez tem um ponto a seu favor (Sim amigos, os clubes e a RBS podem virar o jogo ainda neste ano!).
Aliás, falando em Hino, o regulamento prevê que ele precisa ser executado antes do horário do jogo, pra que o mesmo não comece com atraso. E no jogo Criciúma x Joinville, o Hino Nacional foi tocado sem que o time do JEC tivesse entrado em campo. Faltou um pouco de bom senso.
A abertura do returno do Estadual foi ideal para colocar fogo na segunda parte da fase de classificação: teve renascimento, virada sensacional e até time ruim louco pra fazer zebra.