O Catarinense de 2010 está sendo marcado pela polêmica em relação a arbitragem. Não tem uma rodada que escape. É pau em cima da arbitragem, que comete erros que mudam panoramas de jogos ou completa falta de atenção, como dois cartões amarelos para um mesmo jogador.
E nesse ano, temos gente nova no pedaço. E eles estão sentindo o peso de serem colocados na berlinda.
Nomes como Raimundo da Luz Nascimento, Carlos Eduardo Arêas (criticado pelo pessoal de Joinville), Luiz Carlos Pereira (defenestrado pelo pessoal de Imbituba) e Ronan Marques da Rosa tiveram sua chance e, pelo que parece, estão pressionados.
Juntemos a Edmundo Alves do Nascimento, Jefferson Schmidt, Zé Acácio da Rocha e asseclas, que vem colecionando erros nas primeiras rodadas do campeonato.
Outros árbitros acabaram "rebaixados", voltando à condição de assistentes, caso de Josué Lamim e Marco Antonio Martins, este último presidente do Sindicato. José Nazareno Marcelino está fora deste ano, e sua esposa, Eloísa Martinello, mal posicionada, anulou um gol do Figueirense contra o Brusque em que a bola sequer tocou na linha de fundo. As mulheres também estão na berlinda, como a assistente de Figueirense x Imbituba, que viu um impedimento inexistente do time visitante com o jogo em zero a zero.
Estamos em um momento perigoso de transição. Os novos não dão conta do recado, os mais velhos continuam errando, e a FCF insiste em Luiz Orlando de Souza, que, aos 50 anos de idade apita mesmo tendo passado da idade-limite imposta pela Fifa.
O futuro do Campeonato Catarinense em relação a arbitragem é tenebroso. Todo mundo está errando. Temo por mais confusões até o final, quando a disputa esquentar.
Muita gente reclamava do Wagner Tardelli, mas ele era o único que conseguia controlar um jogo. Os outros, pressionados, ficam soltando cartões com um critério absolutamente estranho.
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