O jogo Figueirense 1 x 1 Atlético me permite duas análises. Posso estar pecando pelo excesso de zelo, mas ainda não vejo o time de Ibirama como esse time surpreendente que tanto leio nos jornais por aí. A partir de domingo, quando enfrentarão o Joinville, que vou tirar a prova dos nove. Aí posso queimar a língua e voltar aqui e escrever que estou errado.Vejamos: o Atlético venceu a Chapecoense em casa na primeira rodada com um gol no final. É sabido que o time de Chapecó não está bem. Depois, venceu o Criciúma fora, que vive um terrível momento fora dos campos. Uma vitória contra o combalido Imbituba em casa, e um empate contra o bagunçado Figueirense, que perdeu chances. A tabela do Ibirama está colaborando, na minha opinião. O time do Gélson ainda não foi forçado, mas tem uma vantagem: se vencer mais dois dos cinco jogos que tem pela frente, estará classificado.
Já o Figueirense, bem... os quatro mil torcedores que foram ao Scarpelli assistiram o jogo de forma conformada. Sabem que o time é limitado, tem um treinador fraco e um depósito da Brazil Soccer que parece não ter futuro. O turno para o Figueira já foi, e digo mais, dando uma de Mãe Dinah: o Figueira não ganha do Metropolitano em Blumenau domingo, e se perder o clássico da rodada seguinte, onde o Avaí é favorito, Weber cai. Não haverá clima para um treinador que pouco, ou nada agregou ao time. É impressionante o jeitão de desinteressado que ele dá entrevista. Por isso que não deu certo no Criciúma e no Caxias.
A briga pelas quatro vagas no mata-mata do primeiro turno vai se definindo: Avaí e Joinville estarão lá, o Atlético está perto. Faltará uma vaga, com vários concorrentes, da turma dos seis pontos.
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