quinta-feira, 6 de maio de 2010

Bruscão mantém o ritmo e cala o Majestoso

Tudo era festa em Criciúma. Estádio com bom público, duas bandas, novas (e espetaculares) cheerleaders, novo time, novo uniforme. Tudo para ser uma noite inesquecível. Só esqueceram de combinar com o Brusque, um time pronto, que quase desclassificou o campeão estadual fora de casa, e que manteve a base do Catarinense.

Foi um jogo de um esboço de time contra um conjunto pronto e extremamente focado. O Brusque só perdeu Pantico, que foi substituído por Rafael Xavier, que por acaso, era reserva de Argel Fucks no São José. O baixinho que não caiu na graça do ex-técnico jogou muito, mostrando sua melhora em relação a sua passagem por aqui em 2008, e marcou um golaço.

O Criciúma começou em ritmo de time que perdia por 2 a 0. Com correria, pressa até pra bater lateral, criou uma pressãozinha e chegou a meter uma bola na trave, com o Mika. Mas foi só. Não havia articulação de meio, e o Brusque passou a encaixar o jogo, com uma zaga sólida, que anulou Marcos Denner (que parece aquele mesmo perna-de-pau da época do Flamengo), e um meio de campo que botou o Tigre na roda, com Teti e Diogo Oliveira. O primeiro tempo terminou 1 a 0, gol de Diogo, mas poderia terminar com mais, não fossem duas chances incríveis perdidas por Xavier e Valdo. No segundo tempo, o Criciúma não jogou, e outros dois golaços de Xavier e Valmir liquidaram a fatura. O golzinho de honra no final aconteceu em um estádio vazio, já que o torcedor foi para casa sabendo que a realidade do time ainda é dura.

O bom é que o Brusque mostrou que manteve o ritmo, e tem grande chance de se classificar para as semifinais do turno como primeiro do grupo. E para o Criciúma, a derrota foi boa por dois aspectos: primeiro, para acabar com o oba-oba, depois de trazer uma seleção de clubes pequenos do futebol gaúcho seria a solução de todos os problemas de forma imediata. Não é, e o time está ainda aquém do que necessita. E segundo, para apagar a imagem de que Argel Fucks é o melhor técnico do mundo. O Tigre esperou um monte até sua chegada, que foi de helicóptero. Num gesto marqueteiro, berrou com seus jogadores no vestiário para a imprensa ouvir, e falou na entrevista coletiva como se fosse um pastor pregando para convencer seus fiéis. Definitivamente, o clube não precisa de um técnico que traga frases de efeito e se ache o dono da razão. Precisa de alguém estudioso e que apresente soluções. Não sei o que Antenor Angeloni vê de tão espetacular em um treinador como ele.

8 comentários:

  1. Que timaço esse do Brusque!

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  2. Time ta certinho é manter o ritimo que está, que com este futebol vamos ganhar o tri da copinha a vaga no brasileiro e na copa do brasil

    100% Bruscão

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  3. menos galera, pes no chao!!

    precisamos de mais um atacante.

    o time eh bom, se continuar com essa raça, vamos brigar pelo titulo.

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  4. Essa vitória é pra todos aqueles que costumam chamar a direção do BFC de amadora.

    O mesmo cara que disse isso falou que em SC só existiam 4 clubes: Avaí, Figueirense, Criciuma e Joinville.

    Essa vitória é pra clar a boca pra sempre. Quanto tempo faz que Criciuma e Joinville não ganham um título?

    Eles são profissionais e nós somos amadores. Me engana que eu gosto.

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  5. Direçào do BFC é amadora.

    SC só tem 4 clubes: Avaí, Figueirense, Joinville e Criciúma.

    Ganham 1 jogo e já acham que sabem jogar bola ???

    É o fim da picada... vai ser fanático assim na casa do chapéu !

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  6. Alguém com saudade do VIOLA por aqui ?

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  7. Juliano Anacleto6 de maio de 2010 18:22

    Se eu fosse o Danilo Rezini, eu ja comprava uma passagem para o Vanderlei Luxemburgo, ano que vem ele vai conhecer o Bruscão.

    Brusque Rumo ao TRI da copinha.

    PS: rodrigo santos se eu fosse voce nem citava o nome do Castiel aqui no teu blog ele so sabe fala mal do brusque.

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  8. Anônimo 6 de maio de 2010 17:33

    Responda apenas 2 perguntas:

    1) Quando foi a última vez que Criciuma e Joinville ganharam um título?

    2) E o BFC?
    __________________

    Pela sua premissa:

    Profissionais são aqueles que tem dinheiro e não conseguem montar times para ganhar títulos. Exemplos: Criciuma, Joinville, Metropolitano.

    Amadores são aqueles que mesmo não tendo dinheiro conseguem montar bons times, ganhar títulos e ter boa participação em todas as competições que disputam.

    Você é um gênio que não deu certo. Me engana que eu gosto.

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