quinta-feira, 17 de junho de 2010

Quando a notícia cria algo que não existe

Deu no Portal Engeplus, de Criciúma:

Prefeitos negociam paz esportiva em Brusque


A polêmica recente levantada pelo técnico do Tigre vai reunir prefeitos. Clésio Salvaro, de Criciúma, vai a Brusque nesta quinta-feira reunir-se com o colega Paulo Eccel. Na pauta, a paz esportiva entre as cidades.

Salvaro viaja preocupado. Cogita-se, em Brusque, a possibilidade de o município boicotar os Joguinhos Abertos deste ano e a edição de 2011 dos Jogos Abertos. Os dois eventos serão realizados em Criciúma.

Na última partida do Criciúma em Brusque, Argel fez duras críticas ao Augusto Bauer e, desde então, é alvo da ira dos brusquenses.


A imprensa de Criciúma, que eu guardo o melhor conceito possível, pisou na bola bonito ao ir atrás de uma informação sem checá-la na cidade. Confesso que fiquei assustado ao ler uma notícia dessas. Parabéns à Rádio Transamérica de Criciúma, que foi a única, até onde sei, que ouviu o prefeito Brusquense. Nunca se cogitou nenhum tipo de boicote por causa das palavras do falastrão Argel. O prefeito se declarou até assustado com as notícias que vinham do sul, por conta de um boato que poderia ser cortado pela raiz. E nem existe ira dos brusquenses, já que a própria diretoria do Criciúma repreendeu as palavras do seu funcionário em ofício enviado à diretoria do Brusque. O assunto estava encerrado.

Não sei para que criar um clima em cima de algo que simplesmente não existe.

Um comentário:

  1. Argel Fucks foi jogador medíocre. Batia até em fantasma. Como técnico, vem mostrando que não é de nada tbém. Suas indicações para o Criciuma foram horríveis.

    Nós de Brusque aceitamos críticas, mas falar do jeito que esse falastrão falou não existe. Quem é Argel Fucks para falar mal de Brusque e do nosso futebol?

    Por acaso conhece alguma coisa da nossa história? Antes de dar novamente com a lingua nos dentes, é melhor lavar a boca.

    Boicotar os jogos por causa das palavras desse falastrão que não valem nada, seria supervalorizar a importância de um João ninguém.

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