terça-feira, 28 de setembro de 2010

Presidente do Inter de Lages parte pra cima de dirigente do Caçador

Não vou a Lages há dois anos, e lamento que a cidade tenha ficado esse período sem futebol profissional. A cidade tem um ótimo estádio, um clube tradicional e uma torcida que gosta de futebol. Agora na Divisão de Acesso, o clube tenta se reerguer, mas fatos lamentáveis aconteceram no último domingo, envolvendo o presidente José Carlos Medeiros, o Brequinha, e membros do time do Caçador. E documentado em vídeo.

Em seu site oficial, o Caçador, que perdeu o jogo para o Inter por 3 a 2 no Vidal Ramos Junior, reclama de agressões feitas por torcedores e diretores do clube lageano a atletas e dirigentes caçadorenses depois do jogo, no pátio externo do estádio. Brequinha, acompanhado de mais duas pessoas, invadiu o vestiário caçadorense para arrancar a câmera de quem documentava as palavras do presidente colorado, que entre outras coisas, disse que o Caçador é "um time de bosta", e que "vou trazer a torcida aqui pra você aprender". A agressão está no vídeo abaixo, e se ouve o som de um tapa. Lamentável. O futebol lageano não merece isso.


Li relatos em Blogs de Lages (o Inter não tem site oficial) de que o vestiário do visitante também teria sido sofrido prejuízos, fruto da grande confusão que houve após o jogo, talvez um reflexo do vídeo acima. O pessoal da casa acusa o Caçador de ter quebrado o vestiário, e isso não há como saber quem tem razão.

O Blog está aberto para o senhor Brequinha responder às acusações da diretoria do Caçador e o que está registrado no vídeo acima. Mas também pode explicar porque o jogo ficou parado por quase uma hora (15 de intervalo mais 43 minutos de espera) por falta de ambulância. Eu, que já passei por coisa parecida com dirigente descontrolado, falo com propriedade sobre pessoas que acham que futebol se resolve na porrada. Violência não justifica, ainda mais partindo de um presidente de clube.

3 comentários:

  1. Continua a várzea no futebol catarinense.

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  2. Rodrigo, a última frase do seu post é incontestável.
    Vou falar sobre dois outros fatos.
    1. A ambulância estava lá quando o jogo começou (o que não aconteceu, por exemplo, em Rio Negrinho quando o Inter enfrentou o Blumenauense). O que aconteceu para que a ambulância saísse no intervalo foi uma infeliz coincidência de vários acidentes naquele horário (que podem ser comprovados em http://www.clmais.com.br/informacao/7976). Alguém, em sã consciência, acha que a ambulância chamada para atender ocorrências sérias deveria continuar parada no estádio? Eu não, nem que o Inter tivesse que perder os pontos. Uma vida ainda vale mais que três pontos na tabela. Infelizmente o Inter não tem ambulância própria. E se tivesse, e precisasse deslocá-la para salvar uma vida, eu aprovaria.
    2. O zagueiro Josué, no microfone da Rádio Guri, de Lages, chamou o Inter e a cidade de MERDA (desculpe o palavrão, Rodrigo, mas estou reproduzindo o que ele disse), por conta do atraso da ambulância. Haviam 700 torcedores no estádio e isso se espalhou em menos de um minuto. Temi pelo pior, porque as pessoas realmente ficaram revoltadas. Ora, realmente alguém acha que foi dado sumiço na ambulância para que o jogo se enceraasse ali? O maior interessado em continuar o jogo era o Inter, que vencia por 3x0. E o jogo, caso não continuasse naquela hora, continuaria outro dia.

    Rodrigo, não sou advogado do Brequinho (e não Brequinha), não estou justificando o que ele fez. Estou apenas esclarecendo o que houve com a ambulância, e a declaração infeliz do Josué. Agradeço a atenção. Mauricio (http://futeboldelages.blogspot.com)

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  3. bréquinha qndo tu vim aki em CAÇADOR TU VAI MORRE FILHA DA PUTA

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