sexta-feira, 19 de março de 2010

Palpitando - 5a. rodada

Vamos aos meus palpites da 5a. rodada do returno:

Figueirense x Metropolitano - Jogo de despedida da parceria. O Figueira não joga o melhor futebol, mas o Metrô também não mostra atuações convincentes fora de casa. Empate em 1 a 1.

Criciúma x Juventus - Mesmo vencendo a Chapecoense, o Juventus não é favorito ao jogo do Heriberto Hulse. O Criciúma vence, mas não será goleada. Criciúma 2 a 0.

Imbituba x Avai - O Zimba é forte dentro de casa, em campo apertado e de grama bem baixa. Quem joga lá sente as dificuldades, e leva um tempo pra se adaptar. O time de Joceli faz bons jogos no Ninho da Águia, e acho que não será diferente contra o Avaí. Empate em 1 a 1.

Joinville x Atlético - JEC jogando em casa, com 15 dias de trabalho de Mauro Ovelha. É mais do que na hora do time mostrar uma reação convincente para a final do campeonato. Joinville 1 a 0.

E... Brusque x Chapecoense - Copa do Brasil é outra circunstância. No catarinense, o time de Chapecó sabe que terá que jogar xadrez em campo. Tem que subir mas não pode deixar espaço para o contra-ataque, já que a partida tem ingredientes de muito nervosismo. O Brusque pela primeira vez terá a força máxima do meio pra frente desde o início, e aposto que Diogo Oliveira será o cara para servir o pessoal do ataque. Cravo Brusque 2 a 1.

quinta-feira, 18 de março de 2010

Juventus sem energia, site, telefone, muito menos dinheiro

Matéria publicada no caderno "AN Jaraguá" do "A Notícia" de hoje, por Emerson Gonçalves:

Uma surpresa desagradável agitou, na manhã de ontem, o final do treino do Juventus. Equipe e comissão técnica tiveram de encarar uma chuveirada fria após os trabalhos porque a energia elétrica da sede do clube, no Estádio João Marcatto, foi cortada por falta de pagamento. O apagão durou cerca de uma hora.

“Primeiro, a gente recebeu a orientação de que a energia deveria ser desligada. Pouco depois, nos pediram para voltar aqui (no estádio) para religar a luz porque a conta havia sido quitada”, contou um dos técnicos da Celesc.

O presidente do clube, Ildo Vargas, apressou-se em explicar a situação. “O funcionário da secretaria esqueceu de pagar a fatura deste mês. Não existe tolerância alguma em relação ao Juventus, por isso o clube teve a luz desligada quase que imediatamente. Mas acabamos de fazer o pagamento”, contou Vargas, demonstrando estar aborrecido com a situação.

O corte no abastecimento pode não ser um dos reflexos da crise financeira, mas há exemplos de que o dinheiro anda curto no clube. Há pelos menos duas semanas, o telefone está cortado. “Tem de cortar mesmo. Nossa última fatura telefônica veio com R$ 1,2 mil em ligações. Um absurdo!”, desabafa. A página do Juventus na internet também foi suspensa.

Vargas ressalta que hoje o clube tem outras prioridades. “Esta semana, estou correndo atrás de um empréstimo de R$ 5 mil para pagar alimentação e viagem do time para jogar em Criciúma”, revela. O dirigente também precisa de dinheiro para quitar a folha de pagamento de fevereiro dos jogadores, que continua em aberto."

Se é que dá pra dizer isso, o último que apague a luz.

Explica essa frase, Delfim...

“A gente não quer ver a Chapecoense fora da Divisão Principal”

Frase de Delfim de Pádua Peixoto Filho, presidente da FCF, ao repórter Édson Florão, da Rádio Super Condá, após o jogo Chapecoense 1 x 0 Atlético-MG.

Abre o olho Bruscão.
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Copa do Brasil não tem lógica: Chapecoense chacoalha, Avaí tem um sinal

A noite catarinense da Copa do Brasil teve sensações diferentes para Chapecoense e Avaí, contra Atlético e Coxa. Mas os dois jogos são unidos em uma ideia: que o Campeonato Estadual, com seus pontos corridos, é um campeonato a parte. Defino da seguinte forma: o time de Chapecó venceu a segunda seguida em casa (teve os três no Brasiliense), mas agoniza no Estadual. O Leão da Ilha faz ótima campanha no Catarinense, mas talvez o empate em casa com o Coritiba pode ter sido um aviso de que o Estadual não pode servir de comparativo para a Série A. Futebol não tem lógica: o melhor time do Estado na atualidade sofre pra empatar com um clube da Série B. Já o segundo pior vence e não toma gols do Atlético Mineiro.

A Chapecoense veio a campo com três zagueiros e muita conversa e pressão. A torcida conversou com o elenco, foi cobrar atitude dos jogadores, e a vitória veio com um gol do garoto Sagaz (foto), jovem revelação do clube. A defesa funcionou bem, e aproveitou uma falha de cobertura do Galo para marcar o seu gol. A Copa do Brasil é assim, definindo uma classificação em um lance isolado. O time de Chapecó terá o jogo de volta em primeiro de abril, antes da penúltima rodada do Catarinense, engatando uma maratona no seu principal desafio, fugir da Segunda Divisão. Algumas ponderações: primeiro, que todo time que mostra uma melhora na primeira partida, precisa confirmar nas duas rodadas seguintes para não passar a impressão de fogo de palha, já que há a possibilidade do próprio Atlético não ter tido uma boa noite, e aí passar uma ideia diferente da real. Segundo, que mesmo vencendo o Brasiliense na primeira fase por 3 a 0, o time não mostrou reação no Estadual, e classificou-se com a gordura que tinha acumulada. E terceiro, a circunstância das cinco rodadas finais do Catarinense é completamente diferente da Copa: enquanto a Chapecoense entrou em campo contra o Galo sem pressão, já que o favorito era o time de Minas, o time de Macuglia sabe que terá um jogo tensíssimo domingo no Augusto Bauer. Mesmo vencendo, não sairá da zona de rebaixamento, e terá uma guerra tensa pela frente nas quatro rodadas seguintes. Hoje foi um jogo, domingo será uma batalha, e fora de casa, onde, como diria Sérgio Badá, "passou do trevo não ganha de ninguém".

Na Ressacada, o Avaí esteve bem perto de ser eliminado da Copa do Brasil no jogo de ida. Perdia por 1 a 0, saiu vaiado de campo (de novo) no intervalo, e Vandinho achou um belo gol pra diminuir o prejuízo. O ataque avaiano tem condições de ganhar a classificação no Couto Pereira, mas eu, e acho que muitos torcedores, depois do jogo perguntam se o campeonato catarinense não estaria criando uma falsa expectativa acerca da qualidade do time para uma Série A do Brasileiro. Claro que o time reforçará até lá, mas deu pra notar que o time terá que ser bem melhorado. Foi um aviso para a diretoria.

Não é a toa que vários "intrusos" aparecem nas retas finais de competições que acontecem puramente no sistema mata-mata. Todo favoritismo tem que ser olhado com carinho, e tanto Verdão quanto Leão, do já campeão Péricloes Chamusca, sabem que possuem condições.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Uma coletiva de motivação

A diretoria do Brusque convocou às pressas uma coletiva de imprensa para a tarde de hoje. Mas não foi nenhuma bomba que estourou no Estádio. Estiveram presentes apenas aqueles que cobrem o dia-a-dia do clube, para um bate-papo franco com o presidente. Ele expôs a situação financeira do clube e falou sobre a decisão de domingo, contra a Chapecoense.

Disse que o clube está operando no vermelho, que gastou uma boa grana para liberar os últimos reforços (dizem que Pantico custou 10 mil só de multa rescisória), e que o projeto do Estádio continua, seja com a Prefeitura ou com apoio do patrocinador, dentro do projeto que se chamaria "Arena Havan".

O tema principal foi mobilização. Voltar a lotar o estádio na final de Copa do domingo, que será uma guerra. Para tanto, a diretoria fará promoções, dando 50% de desconto em todos os ingressos que forem comprados de forma antecipada. A entrada mais barata, na descoberta, custará dez reais. Haverá sorteio de prêmios e cinco mil balões coloridos serão distribuídos. O presidente também fez um apelo para que a Torcida Organizada, que desapareceu do estádio, volte a aparecer em peso.

O assunto arbitragem também foi tocado: o Brusque reclamou formalmente da atuação de Edmundo Alves do Nascimento contra o JEC e pediu uma atenção especial pro jogo contra a Chapecoense. Eu tenho certeza: se não for um árbitro sério no domingo, na dúvida, os lances serão pró-time verde. Delfim está em Chapecó, vai comer aquele espeto corrido com o prefeito depois do jogo com o Atlético, e a Federação não vai querer ver um representante na Série C jogando a segundona.

O Brusque terá que passar por cima de tudo no domingo.

Foi um papo franco com o presidente, e acho que todo mundo saiu satisfeito.

terça-feira, 16 de março de 2010

E tem rolo no futebol de Tubarão

O futebol de Tubarão, que terá dois times na Segundona que começa em agosto, começa o ano com bastante turbulência. Recentemente, a Federação suspendeu o Hercílio Luz pelo não pagamento de uma dívida de cerca de R$ 2.500,00. Agora o problema está no rival que fica a algumas quadras do Aníbal Costa. O Atlético Tubarão (ou Cidade Azul), que usa o Estádio Domingos Gonzales, que é municipal, e onde jogava o antigo Ferroviário, se vê em problemas com o uso do local. O clube havia fechado acordo com a Acadesf, time que jogou a segundona de 2007 em Itapema, para que os seus juniores representassem o time de Tubarão no campeonato estadual. Terminado o campeonato, a Acadesf não desocupou os alojamentos do Estádio de Vila Oficinas. E a diretoria da Acadesf acusa o presidente do Atlético, Pedro Almeida, de ter pedido 300 mil reais à Acadesf por um aluguel de seis anos de um estádio que nem lhe pertence, já que é público.

Segue abaixo trechos de matéria do "Diário do Sul", de Tubarão, de hoje:

A disputa pelo direito de usar as instalações do estádio Domingos Gonzalez deve ganhar um capítulo novo e bastante espinhoso na manhã de hoje. Prestes a serem convidados a deixar o local com mais insistência do que vinha sendo feito até agora, os diretores da Acadesf prometem fazer hoje uma denúncia gravíssima contra o presidente do Atlético Tubarão, Pedro Almeida, em entrevista coletiva marcada para as 9h. “Vamos apresentar um documento em que o presidente do clube se compromete a alugar o estádio por seis anos a alguma empresa mediante o pagamento de R$ 300 mil. Isso é grave, porque o estádio não é do clube. É público”, informou Júnior Gonzalez, que é quem efetivamente responde pela associação. O Atlético Tubarão utiliza o estádio desde a sua fundação, em 2005, com cessão da prefeitura.

(...)o governo municipal anunciou até o final deste mês uma data final para que os alojamentos sejam esvaziados, para iniciar o processo de licitação desejado pelo prefeito Manoel Bertoncini. (...)O Diário do Sul, teve acesso a um documento assinado pelo presidente Pedro Almeida em que o clube propõe o arrendamento do clube não apenas das categorias de base, mas também da categoria profissional, por seis anos e requerendo o valor _ na prática, a empresa com quem a parceria fosse firmada teria plenos poderes de administrar o clube e o estádio. “Isso é mentira. Eles é que nos perguntaram de quanto o clube precisava para zerar suas dívidas e pediram que nós fizéssemos um documento. E nós fizemos, mas com iniciativa deles”, afirmou Pedro, sem especificar o que constaria na carta de intenções (leia abaixo). O contrato ainda previa que o clube ficaria com toda a renda referente à arrecadação de sócios e com 15% dos valores gerados pela negociação de atletas. A Acadesf também coloca sob suspeita o posicionamento da prefeitura, que teria autorizado a sua permanência no Domingos Gonzalez para dias depois mudar de ideia e determinar a saída.

A definição do valor de R$ 300 mil foi alegado como sendo o necessário para quitar as dívidas contraídas pelo clube em seus quase cinco anos de existência, mas um balanço assinado pelo mesmo Pedro Almeida _ sem data definida _ revela que o total devido pelo Atlético Tubarão seria de pouco mais de R$ 214 mil (leia abaixo, clique na foto para ver os documentos em tela cheia). Portanto, se recebesse R$ 300 mil em uma suposta parceria, o clube ainda ficaria com mais de R$ 85 mil em caixa. Vale ressaltar que o documento representa apenas uma carta de intenções, que seria apresentada a um eventual parceiro, caso houvesse alguma empresa interessada. “Eles (representantes da Acadesf) é que ficaram responsáveis por buscar estes parceiros, antes de a gente romper”, complementou Pedro.

JEC vence no aperto. Técnico do Brusque usa da incoerência

O Joinville era favorito para a partida, e confirmou a expectativa. Mas foi suado, dolorido, com direito a vaias no fim da partida. O Brusque ajudou um pouco. Não o Brusque, mas o técnico Hélio Vieira, que mostrou medo em retrancar o time. Jogo de dois tempos bastante distintos.

O time do JEC de Mauro Ovelha era o espelho da estrutura de Sérgio Ramirez, inclusive nos momentos de apagão: a queda de rendimento do time continua flagrante na reta final do jogo. Logo, até a final do campeonato, o novo técnico tricolor terá trabalho para implantar o seu esquema de jogo e criar um fato novo que reanime o time na decisão.

No Brusque, o técnico Hélio Vieira inventou moda e quebrou a cara. Se o clube trouxe três ou quatro reforços caros para o returno, era de se imaginar que entrassem em campo, certo? Errado. Com medo do adversário, o técnico colocou o zagueiro Luiz Henrique na lateral esquerda no lugar de Rondinelli, usou de três volantes e com Paulinho, o mesmo baixinho que não cria nada em campo, como único jogador de meia. Não precisa nem dizer que não funcionou nada no meio. Foi uma teta: com o volante Carlos Alberto brincando em campo, o JEC abriu dois a zero com um gol de pênalti de Lima e outro de Eduardo, que atravessou o campo sem receber nenhum combate, até fazer um golaço.

Aí, já com a vaca quase no brejo, Vieira corrigiu a lambança que fez, colocando Diogo Oliveira e Têti em campo. Aí o time funcionou, criou e perdeu as chances. Jogou pro ataque, como deve ser, desafiando o adversário. Com a expulsão de Lacerda, o Brusque implantou uma grande pressão no adversário. Poderia ter trazido um ponto? Poderia, e aliás, o empate era o resultado mais justo. Mas Cris cometeu um pênalti bobo em Charles, e Rogélio desferiu uma cotovelada em Rafael Tesser, acabando expulso.

Sei que o Edmundo Alves do Nascimento foi muito mal na partida, mas não justifica o treinador e o Viola detonarem só a sua figura no jogo. Não vamos esconder o futebol medroso do primeiro tempo, sem criação e nem organização. O time do segundo tempo tem tudo para ganhar da Chapecoense, pois ele cria e é rápido. O Brusque poderia trazer pontos da Manchester, mas não trouxe. Agora é se preparar pra final de Copa contra o time do Oeste.

Ah, e quanto à contusão do goleiro Wender, quando Lima deu paradinha no pênalti do primeiro gol do time da casa, esse lance vai render. Se as emissoras de TV resolverem explorar a imagem, vai servir de combustível para a campanha contra a paradinha. Afinal, o goleiro brusquense só machucou pois foi traído pera parada de Lima, e ao ficar no contrapé, tentou trocar de lado, mas acabou caindo em cima de seu braço. A cena é forte.

segunda-feira, 15 de março de 2010

O que vier hoje é lucro

O Brusque vai à Arena hoje enfrentar o JEC sem boa parte do peso nas costas que tinha na semana passada. Depois de vencer o Juventus, o time teve uma semana para conversar, treinar e acertar os erros com tranquilidade, enquanto o seu rival, a Chapecoense, passava por um turbilhão sem precedentes na sua história. A vitória do Juventus no sábado foi outra boa notícia para o técnico Hélio Vieira, já que o time ganha a possibilidade de matar de uma vez por todas as chances de descenso nessa semana: se vencer o JEC hoje e a Chapecoense no domingo, abre nove pontos de diferença para o time do Oeste, com doze a disputar. Fatura liquidada.

Mas o Joinville é favorito ao jogo de hoje, e o Brusque tem três pontos de vantagem para o rival oestino, com duas vitórias de vantagem. Então, o que vier de bom na Arena hoje é lucro. Um empate é excelente resultado contra o time do Ovelha, que não vence há sete partidas e jogará pressionado pela torcida a mostrar um bom futebol. Só não pode sair de lá goleado.

O Brusque matará minha curiosidade hoje, em saber se Pantico, atacante rápido e habilidoso, é o companheiro de ataque ideal para Viola, que joga plantado na área, mas tem excelente visão de jogo. Se a parceria der certo, teremos uma boa partida.

Suca detona. A casa caiu no elenco da Chapecoense

O ex-técnico da Chapecoense, Suca, deu uma entrevista-bomba hoje. É o chamado "rebosteio", ou, na linguagem popular, jogar merda no ventilador.

As declarações foram dadas ao excelente blog "Gol da Chape", o que tem as melhores informações da Chapecoense e é administrado por torcedores. Ali, Suca desceu o verbo, e mostrou a bandalheira que se encontra os bastidores do atual vice-campeão estadual.

A informação partiu do Sérgio Badá, que denunciou que jogadores da Chapecoense organizaram um churrasco após a derrota para o Avaí, e que eles haveriam pedido cerveja no hotel em Jaraguá, de sexta para sábado. Suca confirmou tudo, e inclusive denunciou que em Brasilia, a comissão técnica interceptou uma caixa de cerveja que era destinada à concentração dos altetas. Suca desabafou contra a estrutura humana do clube, já que física e financeira o clube tem, mas claramente não possui controle sobre o plantel que tem. Indisciplinas como essa devem ser punidas com rigor pela diretoria, que prefere, pelo jeito, fazer vista grossa.

A casa caiu, e o buraco da segundona está ali. A primeira providência deve ser eliminar, imediatamente, todos os jogadores que cometeram indisciplina, sejam eles amados pelo torcedor ou titulares do time. A partir daí, juntar os cacos do resto do elenco (se é que alguém escapa) e tentar montar o time. Isso será pepino para Guilherme Macuglia, que pega o time pela terceira vez, descascar. Assumirá o time sem responsabilidade alguma. Sabe que, se cair, ninguém irá criticá-lo, pois a vaca já teria ido para o brejo. Mas se conseguir de alguma forma fazer o time mostrar o que não mostrou no Estadual, ganhará uma estátua no lugar do Desbravador que fica em frente ao Hotel Bertaso.

Repito: a culpa não é do Suca e não há treinador que faça milagre. Mas se eu sou o presidente, demitia os funcionários do clube que deixaram o ambiente do clube virar esse pandemônio.