O presidente de honra do clube, Genésio Ayres Marchetti, com voz de grande decepção, deu três fatores para a licença de um ano do clube: a falta de público nos jogos, a presença do Pay-per-view aberto para a praça, que deixou torcedores em casa ou nos bares da cidade, e a proibição da venda de cerveja no Estádio, Além do mais, Marchetti afirmou que teve um prejuízo considerável na Copa Santa Catarina do ano passado.Marchetti espera que o time volte em um ano ao futebol, na Divisão Especial, mas deu uma alfinetada na cidade de Ibirama, por causa do apoio dado ao clube: "Claro que houve falta de apoio de algumas empresas. O Atlético não deverá para ninguém. Alguém estava cobrindo o buraco, e esse alguém nao está mais disposto. A cidade de Ibirama está fazendo o mea culpa. Como ela não ajudou na permanência do Atlético, vão ficar sem time. Aqueles que preferiram ver o jogo no Bar ou em casa, com certeza vão se arrepender, porque vão deixar de ter o Atlético", disse Ayres.
A emissora também ouviu o procurador jurídico da Federação, Rodrigo Capella, que deu o ponto de vista da Federação no caso do Atlético: segundo ele, o clube está automaticamente rebaixado para a Divisão Especial de 2011. Mas, caso o Atlético não dispute os Campeonatos Estaduais de juvenis e juniores, marcados para iniciar no dia 15, terá que jogar a Divisão de Acesso, a terceirona, no ano que vem.Quanto a resposta sobre quem ocupará a vaga na Divisão Principal do ano que vem, Capella jogou a bomba na mão do TJD. Segundo ele, o regulamento do Campeonato Catarinense é omisso, ou seja, não trata da questão. Logo, quem decidirá se o Catarinão terá nove clubes, ou se a Chapecoense ou o terceiro colocado da Especial desse ano estarão dentro, serão os auditores do TJD. O que é garantia de uma novela jurídica.








