sábado, 24 de julho de 2010

Conheça a Segundona: Concórdia

CONCÓRDIA ATLÉTICO CLUBE
Fundação: 2 de março de 2005
Cores: Vermelho, Verde e Branco
Estádio: Domingos Machado de Lima - 8.000 lugares
Presidente: Mauro Fracasso
Técnico: Agenor Piccinin
Ranking "BdR" 2009: 14o. lugar
Catarinense 2009: 5o. lugar na Divisão Especial

O futebol de Concórdia tenta sobreviver em um ambiente completamente hostil. É uma cidade que vive o mesmo problema de Jaraguá do Sul, onde o futsal tem a clara preferência da torcida e da imprensa. Cheguei a transmitir um jogo lá, em 2008, onde só estavam presentes as emissoras brusquenses. As da cidade preferiram transmitir uma festa de igreja à partida do time da sua cidade. É muito estranho. E cabe lembrar que no ano passado o CAC estava classificado para o quadrangular final de segunda divisão, mas acabou eliminado no tribunal, depois de escalar um jogador suspenso pelo terceiro cartão amarelo. Mas nesse ano, as coisas prometem ser diferentes.

A começar pela parceria feita com o Ypiranga de Erechim, cidade gaúcha que fica próxima a Concórdia. O time verde e amarelo do Colosso da Lagoa enviou 13 jogadores, toda a comissão técnica, incluindo treinador, Agenor Piccinin (foto), campeão catarinense de 2007 com a Chapecoense. Funciona assim: o Ypiranga fica responsável pela formação da equipe. O Concórdia vai repassar ao time gaúcho uma quantia não informada, e a comissão técnica vai ficar encarregada de contratar os jogadores e montar o time para o campeonato. Caberá ao CAC apenas pagar dois funcionários, além de dar a alimentação, viagens e hospedagem dos atletas durante o campeonato. Para o time gaúcho, uma chance de testar jogadores para o Gauchão do ano que vem. Já para o CAC, uma chance de ter um time qualificado com a parceria, já que o orçamento disponível não é grande. E com isso, vieram as contratações. Nomes conhecidos do torcedor do Oeste, caso do goleiro Jaciel, o lateral Machado (de péssimas lembranças do torcedor avaiano e brusquense) e o zagueiro Sig voltam ao clube, que buscou se reforçar com Mazinho, meio-campo que esteve na Chapecoense durante o Estadual, e Fabinho, que, jogando com o nome de Fábio Wesley, fez parte do elenco campeão de Piccinin no verdão do Oeste.

Com certeza, o Galo do Oeste ganhou muita qualidade com a parceria com o Ypiranga, e poderá postular uma vaga na primeira divisão (desde que não invente de escalar gente suspensa de novo). O que mais me traz preocupação é o seguinte fato: se o Concórdia subir, o que será do clube em 2011? Já que o Ypiranga terá o seu calendário no Campeonato Gaúcho, o Concórdia terá que fazer o seu voo solo para se manter na primeira divisão. Mas aí, o projeto deverá ser muito forte por parte do empresariado local, para sustentar o clube e convencer a torcida de que o futebol de salão não é mais importante que o campo.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Conheça a segundona: Hercílio Luz

HERCÍLIO LUZ FUTEBOL CLUBE
Fundação: 22 de dezembro de 1918
Cores: Vermelho e Branco
Estádio: Aníbal Costa (10.000 lugares)
Presidente: Vamerson Wiggers
Técnico: Paulinho Portugal
Ranking "BdR" 2009: 16o. lugar
Catarinense 2009: 3o. lugar na Div. Especial


O Hercílio Luz é um dos mais antigos clubes do futebol de Santa Catarina, e tenta mais uma vez voltar à primeira divisão, que não participa desde 1995, quando cedeu sua vaga ao recém-formado Tubarão FC. O Leão do Sul, que já foi campeão estadual em duas oportunidades (1957 e 58), retornou às suas atividades em 2008, reformou o seu estádio e parou no quadrangular final da Divisão Especial do ano passado, perdendo a vaga para Juventus e Imbituba. Vejo, pelas informações que vem da cidade azul, que os dirigentes estão mobilizando a torcida, fazendo promoções para arrumar caixa para o time fazer um bom papel na segunda divisão.

O clube chegou a contratar Edson Belmonte, ex-jogador do Avaí e técnico do Atlético de Ibirama, mas ele acabou saindo no começo do trabalho. No seu lugar, o Hercílio contratou Paulo Roberto Silva Almeida, o Paulinho Portugal (foto), que tem sua experiência como treinador em equipes de base, como o Brusque, Metropolitano e Marcílio Dias, onde era o coordenador das equipes de baixo. Ele tem sua primeira oportunidade como técnico de um time profissional, e tem a chance de mostrar o seu trabalho.

A montagem do time do Hercílio foi muito focado na base. O elenco tem uma média de 21anos de idade, mas a diretoria trouxe alguns jogadores rodados para agregar experiência ao grupo, como é o caso do atacante Édson Bugrão, ex-Imbituba, os meias Teco, ex-Brusque e Ibirama e Rafael Couto, ex-Marcílio Dias, o atacante Carlinhos, ex-Tubarão e Brusque, e o experientíssimo zagueiro Renato Tilão (foto), de 35 anos, ex-Joinville. Até agora, nos jogos amistosos, o time não vem correspondendo às expectativas, o que coloca, pelo menos na primeira impressão do campeonato, um grande ponto de interrogação sobre o que o time poderá render.

O Hercílio tem torcida, um bom estádio e tradição de sobra. Entra na segundona ainda necessitando de algo mais para ser um favorito ao acesso. Mas como a Divisão Especial é um campeonato longo, quem sabe Paulinho Portugal não consiga dar mais qualidade ao time. Seria bom ver o Hercílio de volta à primeira divisão. Mas vai ter que chegar por merecimento.


quinta-feira, 22 de julho de 2010

Empate com estrela e uma pitada de sorte

Que o Avaí é uma afirmação no estágio atual do Brasileirão, isso ninguém duvida. E o empate conquistado no Maracanã merece ser muito comemorado. Antonio Lopes enfrentou um time que partiu para o abafa no começo da partida, onde conseguiu segurar. Fez duas alterações que mudaram o panorama do seu time, conseguiu segurar o adversário, mas que não foi suficiente para colocar a bola dentro do gol de Marcelo Lomba. O jogo, fraco tecnicamente, caminhava morno para o seu final, quando numa falta na intermediária, Gabriel acha um pombo sem asa de fora da área para empatar o jogo. Não é desmerecer a boa fase do Leão. Mas hoje a medalhinha do delegado brilhou de novo.

É ponto fora de casa, contra o atual campeão, dentro do Maracanã. Próxima parada, o Atlético Mineiro de Luxemburgo, que perdeu para o Inter, dentro de casa. Chances boas de mais três pontos. E com a estrela que Antonio Lopes anda tendo, a tarefa pode ficar mais fácil.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Conheça a segundona: Atlético Tubarão

CLUBE ATLÉTICO TUBARÃO
Fundação: 14 de Abril de 2005 (como ACRE Cidade Azul)
Cores: Azul, Preto e Branco
Estádio: Domingos Gonzales (3500 lugares)
Presidente: Dorli Fernandes Rufino
Técnico: Gilmar Gasparoni (Suca)
Ranking "BdR" 2009: 20º lugar
Catarinense 2009: último lugar na Divisão Principal, rebaixado à Divisão Especial


Outrora chamado Cidade Azul, o Atlético Tubarão tenta voltar à primeira divisão, depois da vexatória campanha na primeira divisão do ano passado, quando foi rebaixado com sobras. No ano passado, não se viu no Tubarão nada que parecesse com um clube organizado. Faltava de tudo, a estrutura era precária, e o descenso era questão de tempo. Uma curiosidade: o diretor de futebol do time era Roberto Rodrigues, que no mesmo ano subiria com o time do Imbituba, de excelente campanha na Primeira Divisão deste ano. O futebol de Tubarão, cidade de quase 100 mil habitantes, é único: dois clubes que não se exergam disputarão o mesmo campeonato. Os dois estádios da cidade, o Aníbal Costa e o Domingos Gonzales, ficam a cerca de 400 metros um do outro. O Atlético foi manchete neste ano, onde foi acusado de negociar o alojamento do Estádio de Vila Oficinas, que é municipal, com outro clube, e isso fez com que o clube quase ficasse sem local para jogar. Passada a tempestade, um novo presidente assumiu, Dorli Rufino, o Lico, que passou a montar o time para tentar voltar à primeirona.

O Atlético Tubarão (não confundir com o Tubarão FC, de mesmas cores) apostou em um nome que já conquistou o título da segundona: é Gilmar Gasparoni, o Suca (foto), de 50 anos, campeão da Divisão Especial pelo Brusque em 2008. Com a sua contratação, o clube espera que ele consiga montar uma base forte capaz de conseguir o acesso. Suca tem bom conhecimento dos reforços disponíveis no futebol gaúcho, e partiu para a montagem do elenco. Entre os principais reforços, estão três atletas que deram com ele a volta olímpica no Bruscão: o zagueiro Marcelo, 33 anos, que até estudava em terminar a carreira para seguir a carreira de técnico, deve ser o capitão do time. Além dele, o meia Paulinho e o bom volante Rodrigo Bagé estão no grupo. Do supreendente Imbituba, vieram mais dois: o lateral-direito Diego Pitbull e o volante Alex Albert.

Que o Tubarão montou um elenco interessante para a segundona, disso não há dúvida. Se a diretoria deu as condições para Suca montar o elenco, tenho certeza que vai vir coisa boa. Mas ainda tenho na cabeça a imagem do ano passado e os rolos deste ano, quando o problema de grana era grande por lá. Considerando que o campeonato da Divisão Especial é longo, com turno e returno e viagens longas, todos os clubes deverão ter fôlego para ir até o final. Se o Atlético tiver oxigênio para se manter firme e forte até o final, é candidato ao acesso.

Conheça a segundona: Marcílio Dias

Pelo terceiro ano seguido, o Blog começa a traçar o perfil dos dez times que disputarão a Segunda Divisão do Futebol de Santa Catarina. A cada dia, um time será destacado aqui, com detalhes do elenco e as possibilidades de cada um. Começamos a série com o Marcílio Dias, que tenta voltar à elite, de onde caiu no ano passado.


CLUBE NÁUTICO MARCÍLIO DIAS
Fundação: 17 de março de 1919
Cores: Azul e Vermelho
Estádio: Dr. Hercílio Luz (10.000 lugares)
Presidente: Abelardo Lunardelli
Técnico: Elói Kruger
Ranking "BdR" 2009: 9o. lugar
Catarinense 2009: 9o. lugar na Divisão Principal, rebaixado à Divisão Especial

Total reformulação. Esta é a tônica do novo Marcílio Dias, que em 4 de agosto começará a dura caminhada na segundona, a fim de retornar para a elite do futebol. O torcedor rubro-anil sofreu, ao ver cair a ficha no começo do ano, vendo que seu time não estava na primeira divisão. Não é uma situação inédita, mas que trouxe um efeito benéfico: rebaixado em 1998, o Marcílio foi campeão da segundona em 99, e no ano seguinte acabou sagrando-se vice-campeão catarinense, perdendo a decisão para o Joinville. O Marcílio passou por momentos complicados no ano passado: além de rebaixado no Estadual, também perdeu a vaga na Série C, que havia sido conquistada com muito custo em 2008, sob o comando de Sérgio Ramirez.
O clube era muito desorganizado, sob o comando de Carlos Crispim, o mesmo que, quando presidia a Associação de Clubes, criou aquele problemão entre RBS e Record. Torcedores e imprensa juntaram forças para derrubar o presidente, e tiveram sucesso. Juntaram-se em um nome de consenso, o dentista Abelardo Lunardelli (foto), cuja experiência futebolística se restringia à diretoria de futebol amador do clube. Lunardelli foi corajoso. Assumiu a bronca, e trabalhou muito na reestruturação do Marinheiro e no resgate da auto-estima do torcedor de Itajaí.

No campo do futebol, Lunardelli recrutou Eusébio Pereira Neto, o Caloca, empresário do setor do café que já tem experiência no ramo, tendo sido diretor de futebol do Brusque nos anos 90. E Caloca apostou em Elói Kruger (foto), de 58 anos, para levar o time de volta à primeira divisão. Elói vem do Cascavel, onde disputou o último Campeonato Paranaense da Série Ouro. O técnico sugeriu montar o time com a base que comandou no Paraná, juntando com outros reforços que foram chegando. Os mais conhecidos são o goleiro Márcio Kessler, o volante Rui Rei e o meia Rodrigo Couto, que já tiveram passagens pelo clube. A mais recente contratação foi o volante Romário, que vem do Duque de Caxias. Outros reforços são o meia Irineu, autor de 10 gols no Paranaense, e o também meiocampista Maicon, ex-Metropolitano e Juventus de Jaraguá.

O Marcílio joga duas competições simultâneas (também está na Série D), mas tem bem claro o discurso que a prioridade é o acesso. Entra no campeonato como o grande favorito, mas precisa confirmar em campo essa situação, em um torneio longo. A torcida espera ter muitas alegrias com a nova cara do rubro-anil das avenidas.

terça-feira, 20 de julho de 2010

Um partidaço de gente grande

A Série B reúne os 20 times que buscam um lugar ao sol na primeira divisão, mas não por isso quer dizer que são equipes piores que a da Série A. Aliás, não lembro de ter visto na Série A um jogo tão bom de assistir e repleto de opções como o empate de Figueirense e Santo André.

O Figueira lutou, botou bola na trave, Wilson segurou lá atrás... Não venceu, mas duvido que tenha entristecido o torcedor que foi ao Scarpelli. Foi um empate em um jogo disputado, contra o vice-campeão Paulista.

Jogo de belos gols (olha o William de novo aí!), de outra boa atuação de Maicon, da combatividade frente a um adversário qualificado.

Mas mesmo jogando bem, não vai se vencer todos os jogos. Repito: duvido que o torcedor saiu decepcionado do Estádio. Um ponto a mais na classificação, e o campeonato continua. O que importa é estar no G4, e o futebol continua bom, e isso é o que importa. Que venha o próximo.

Foto: Marina Lisboa / FutebolSC

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Definidas sedes catarinenses do Mundial de Handebol

Matéria do UOL informa que foram definidas as cinco cidades catarinenses que sediarão o Campeonato Mundial de seleções de Handebol Feminino, em Santa Catarina, em dezembro do ano que vem. São elas: Florianópolis, Joinville, São José, Brusque e Balneário Camboriú.

Segundo a mesma matéria, as estimativas de gastos já estão previstas pela CBHand e cairam de R$18 milhões para R$12 milhões pois os governos municipais assumiram custos de alguns setores, como limpeza. Nesse valor, estão incluídos gastos com passagens, hospedagem, alimentação e transporte terrestre.

O meu amigo Julimar Pivatto, do "Correio do Povo" estranha (e com razão) a ausência de Jaraguá do Sul e Blumenau da lista. Segundo ele apurou com a Confederação Brasileira de Handebol, a desculpa foi que "Jaraguá ficou de fora porque a prefeitura não demonstrou interesse". Ao meu ver, a Arena Jaraguá é, de longe, o melhor ginásio de Santa Catarina. Já o caso de Blumenau é um pouco diferente. O Galegão não recebe jogos de handebol, e o Sesi, onde o time da cidade joga, tem uma pequena arquibancada, além de ser um local que tem duas quadras, uma ao lado de outra, não sendo uma Arena. Lá, acho que deveria ser levantado um ginásio novo.

Foi uma escolha não apenas técnica, mas política. Há um tempo atrás, eu conversei com o pessoal da Fundação Municipal de Esportes de Brusque, que me passou que a Confederação passou uma grande lista de exigências a serem cumpridas, e que se fosse daquele jeito, eles não comprariam a ideia e a cidade estaria fora. Pelo jeito, houve acerto.

domingo, 18 de julho de 2010

Deu tudo certo pro Avaí

Chuva, frio, público abaixo do esperado para a importância que a partida tinha. Às vezes, o clima não colabora, mas o Avaí ignorou. Suou muito para vencer o Palmeiras na estreia de Felipão. Lutou com um jogador a menos em campo, conseguiu o gol da vitória no final, em um pênalti que provocou a expulsão do zagueiro palmeirense Léo. Deu tudo certo.

Deu certo a partir do momento que o jogo começou de forma muito fraca, e com o time confuso em campo, abusando de jogadinhas num meio-campo congestionado, que resultou no primeiro gol verde. Foi a chacoalhada que o time precisava, pois a partir daí o jogo entrou, e o Avaí conseguiu a virada, merecida, comandada por Caio e Roberto, sem dúvida alguma os principais nomes do jogo.

Mas a expulsão (justa) de Pará deu um drama a mais na partida no segundo tempo. Felipão colocou Tadeu (aquele de más lembranças do torcedor do Figueira) e atirou o time para cima. O Palmeiras conseguiu o empate com uma bobeada grande de Emerson e teve chances de conseguir se colocar na frente. Mas no fim, deu tudo absurdamente certo. Roberto conseguiu puxar uma arrancada e foi derrubado por Léo, que também tomou o vermelho. E deu tudo certo para Caio, que bateu mal o pênalti, mas ficou com o rebote para fazer 3 a 2. Depois Roberto fez o quarto, e fatura resolvida.

Creditar a vitória à bela atuação de Caio, à estrela de Roberto e à competência que Antonio Lopes teve para arrumar o time contra Felipão é injusto. O time superou-se em campo. Soube segurar a pressão do adversário e conquistar essa segunda vitória seguida contra um time favorito ao título. E quarta tem o atual campeão Flamengo no Maracanã. Está claro que o Avaí não tem mais o que provar sobre a boa fase que vive no Campeonato Brasileiro. É bola pra frente.

Final de semana de gala para o futebol da Capital.

Foto: Marina Lisboa - FutebolSC.com

Vitória que dá gosto

Dá gosto de ver uma partida em que o vencedor apresenta um futebol bem jogado. O Figueirense fez isso. Jogou um partidaço e venceu o Bragantino sem discussão. Na terça, havia matado o lanterna Vila Nova, o que era uma obrigação. Hoje pegou pedreira fora de casa, e venceu com autoridade. Atualmente, é o melhor time da Série B.

Já ouvi muito profissional da bola dizer que "o time precisa atingir o seu ápice na reta final do campeonato". Talvez essa expressão possa ser correta, mas hoje, o time de Márcio Goiano mostrou que tem o melhor conjunto após o retorno da Copa do Mundo, e tem condição de conquistar uma gordurinha que pode fazer a diferença no final, já que temos ainda 28 cansativas rodadas pela frente. Como é bom ver boas seguidas atuações do William, que detonou no Catarinense e veio num apagão no Brasileiro.

Ficam os parabéns para Márcio Goiano. A nova gestão do Figueirense estava louca para decapitá-lo, mas os resultados não deram razão para os cartolas o levarem para a Guilhotina. O problema era material humano e não treinador, que passou a pedir os reforços. Ele pediu um zagueiro, veio João Paulo. Pediu um atacante, veio Reinaldo. E o time vai se acertando para conseguir o acesso.

Vem aí o Santo André, vice-campeão paulista. É pra encher o Scarpelli. Acredito que todos gostaram do que viram.