sábado, 11 de junho de 2011

Falta muito pra ser competitivo

O Avaí conseguiu um empate em casa contra o América nos acréscimos do segundo tempo não pela sua vontade, seu empenho em buscar o resultado. Tá, até teve uma pressãozinha no final, mas o empate só foi possível porque o time mineiro perdeu duas chances claríssimas de gol no segundo tempo. Para o América, um empate com gosto amargo de derrota. E pro Avaí, foi um empate com cara de.... primeiro ponto marcado no Brasileiro na quarta rodada?

O time não apresentou novidade alguma comparando com os outros jogos, a não ser o resultado, contra um time que é candidato ao rebaixamento, com um futebol que não é nada brilhante. Era de esperar que Edson Neguinho não trouxesse nenhuma surpresa, nenhuma fórmula mágica que tivesse feito o time vencer.

E sem nada novo, o futebol foi o mesmo, simples assim. Tivemos a estreia do Pedro Ken, que não acrescentou muito. Atrás no placar, Julinho mergulhou na área e conseguiu dobrar o Héber Roberto Lopes, que marcou pênalti. Só que o garoto Aleks pôs tudo a perder no lance seguinte, cometendo um pênalti do mesmo jeito que Renan, seu antecessor, cometia. Foi-se embora o que havia de motivação.

Segunda promete ser um novo dia, com o início da era Alexandre Gallo. Como não houveram muitas novidades, nada há de novo para comentar. A não ser dizer que o Avaí continua sendo um time bagunçado, desestruturado, e necessitando de uma total reconstrução. A próxima partida é contra o Palmeiras, no Canindé. Do jeito que a coisa está, não dá pra chegar e exigir uma vitória apoteótica em São Paulo. Se houver um avanço, um mínimo de organização, já é um ganho. O problema é que o tempo passa, e a zona de rebaixamento fica cada vez mais definida.

Foto: Charles Guerra / ClicRBS

Há de ser mais vibrante, ligado, focado...

Tenho visto nos últimos jogos do Criciúma que o time não vem mostrando em campo o que é no papel. Tem jogador que é rápido, que no campo não passa a terceira marcha. Atacante que não consegue chutar, e uma defesa que erra posicionamento como uma equipe desentrosada. Já estamos na quarta rodada, não há mais desculpa para tanto. Hoje veio a primeira derrota, 2 a 0 para o Vila Nova, que aproveitou dois rápidos ataques para marcar e vencer o jogo.

Edson Gaúcho deu a letra depois do jogo: "o time não pode errar tanto". Foram duas chances claras de gol perdidas, e dois sofridos em circunstâncias bem parecidas. De diferente, aconteceu a estreia de Breitner, que deve ser o titular da equipe, que poderá (repito, poderá, no papel ele tem esse poderio) mudar o panorama do meio-campo tricolor.

Terça-feira tem jogo contra o ASA em casa, onde é mais do que a hora de conquistar o primeiro triunfo dentro do Majestoso e ter tranquilidade para trabalhar. Mas tenho sentido o Criciúma muito "travado" nas últimas partidas. Faltou motivação, vibração e foco no jogo. E isso, se não consertado urgentemente, pode se tornar um problema cada vez maior.

As frases de efeito de Arturzinho

Mal chegou ao Joinville, o técnico Arturzinho tratou de botar ordem na casa nos primeiros treinamentos, usando, muitas vezes, de frases de efeito para motivar o time. Através do twitter do competente repórter Gabriel Fronzi, da Rádio Cultura, fiquei sabendo de algumas bem curiosas, que valem a pena compartilhar aqui no Blog. Olha só:

"Perdeu a bola, todo mundo perde"


"Se voce ficar ai paradinho e nao acompanhar, fu*** meu filho" - para Julio Bastos

"Tá errado, meninos. Por isso que o Barcelona é o Barcelona. Lá ninguém perde a bola"

"Ô Gilton, tá de sacanagem com essa camisa vermelha? Todo mundo de branco e so você diferente!"


"Falar é mole, quero ver jogar, meu filho. E não me responde! Ei, tem outro volante aí?" - de novo recado para Julio Bastos.


"Ô Ivan, o meu time é igual o Barcelona! Tu já viu o goleiro deles dar chutão?" - recado para o goleiro Ivan


"Meu filho, tu quer jogar pra trás? Então tu quer me ferrar? Futebol é sempre pra frente, droga!" - recado para o meia Ricardinho.


quinta-feira, 9 de junho de 2011

Circo dos Horrores: A divisão de acesso 2011 vem aí.

Sempre usei o termo "Circo dos Horrores" para definir a Divisão de Acesso, a terceira divisão catarinense, ponto de partida para quem quer trilhar caminho no futebol profissional aqui do Estado, que começa em 4 de setembro. Não por causa de todos os times, já que alguns tradicionais estão participando, mas por alguns que já colecionaram histórias pitorescas. 13 times participarão do Campeonato, depois de reunião que aconteceu hoje, na FCF. Vamos conhecê-los:

Guarani (Palhoça) - Um dos tradicionais, disputou a primeira divisão até 2008, quando foi rebaixado e não disputou a Segundona daquele ano. Ano passado bateu na trave, mas surge como um dos candidatos ao título.

Caçador (Caçador) - Estreou no futebol profissional em 2008, jogando a Divisão Especial na vaga do Navegantes. Vem disputando a Divisão de Acesso com uma estrutura modesta, porém bem organizada. Vem de uma cidade que já teve bons times, como a Caçadorense e a Kindermann, e tenta colocar aquela região de volta na elite.

Canoinhas (Canoinhas) - Transmiti na Capital da Erva-Mate a última participação do Canoinhas. Foi em 2004, e estive lá duas vezes, com o Brusque e o Carlos Renaux. Desde então, a cidade não apareceu mais no futebol profissional. Apareceram algumas tentativas, parcerias que acabaram morrendo na casca. E confesso que ainda estou esperando pra ver se esse time vai participar mesmo do campeonato.

NEC (Navegantes) - O time leva o nome de Navegantes mas já jogou em Caçador e mandava seus jogos no Estádio das Nações, em Balneário Camboriú. Presidido por Egon da Rosa, ex-presidente do Marcílio Dias, o time já passou por tudo que é rolo: WO numa partida em Concórdia, jogo cancelado por acontecer uma festa no mesmo horário no Estádio... Acabou rebaixado via tribunal. Vamos ver que história nos reserva o NEC neste ano...

ACADESF (Indefinido) - Sim, eu já assisti um jogo da ACADESF. Foi em um Estádio no Interior de Itapema, contra a Camboriuense que acabou em briga, não me recordo o ano. É um clube que não tem sede definida. Não sei onde vão jogar, nem quem são seus jogadores... É esperar pra ver.

Maga (Indaial) - Sou fã do Maga. Esse consegue ser pior que o Íbis. Bom registrar que ele só joga o campeonato por obrigação da CBF, já que é um clube-laranja de um empresário italiano (igualzinho ao Tombense-MG, clube de Eduardo Uram). O Maga precisa estar em campo para poder fazer essas transações. Mas seus proprietários nem se preocupam com o que põem em campo. Pasmem: em dois anos na Divisão de Acesso o Maga não venceu um jogo se quer. Manda suas partidas no Estádio Jorge Hardt, em Indaial.

Oeste (Chapecó) - Time que vive sob a sombra da Chapecoense, fruto do trabalho incansável do desportista Ivanor Soliman, que dribla a concorrência com a atual campeã estadual para conquistar o seu espaço. Joga na Arena Condá, sempre vazia.

Pinheiros (Indefinido) - Time cigano, não sei onde vai jogar. Começou em Lages, com uniforme igual ao do Grêmio de Porto Alegre. Depois foi para o Médio Vale em 2008, sob o nome de Grêmio Timbó. Voltou ao nome original, e mandou seus jogos em Porto Belo. Onde será a sede dessa vez?

Santa Catarina (Indefinido) - O maior cigano do futebol catarinense. A equipe laranja teve sua raiz em Blumenau, onde surgiu como uma alternativa depois da derrocada do Blumenau Esporte Clube. De lá, o time mudou-se para São João Batista, Navegantes e Joinville, onde foi a sua última parada. Já que o time leva o nome do Estado, nada como uma sede itinerante...

Internacional (Lages) - O mais tradicional de todos, e dispensa apresentações. A cidade de Lages merece seu espaço lá na elite, mas precisa passar pelo difícilimo inferno da terceirona. Tem uma cidade que ama futebol, um estádio excelente e toda uma história por trás. Que os dirigentes montem uma forte equipe.

A.E.C. Biguaçu (Biguaçu) - A última vez que Biguaçu teve um time profissional foi em 1997, com o BAC, que era treinado pelo meu amigo Balduíno, mandando seus jogos no Estádio que fica atrás do Restaurante Vitória Régia. Nada sei sobre essa nova equipe de Biguaçu, e acredito que grande parte da população da cidade também não saiba.

Jaraguá (Jaraguá do Sul) - O novo clube de Jaraguá não tem nada a ver com o Juventus, que disputa a Segundona. É uma nova equipe, com as cores da bandeira da Alemanha, que usará a estrutura do Botafogo, time amador local. A equipe já trabalha há cerca de um mês, com jogadores sub-20. Estou curioso mesmo é para saber a reação da torcida jaraguaense.

Videira (Videira) - O VEC esteve bem próximo de chegar na primeira divisão em 2007, quando disputou um quadrangular com Joinville, Próspera e Camboriuense. Atravessando dificuldades financeiras, o time acabou rebaixado, e amigos meus daquela região acreditavam ser muito difícil o seu retorno. Mas o VEC confirmou a sua ida, e esperamos que apresente um bom trabalho.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

A Aposta Gallo

Tentei achar termos para definir a chegada de Alexandre Gallo ao Avaí, sem ser desesperador tampouco otimista. Acho que a palavra "aposta" é a mais adequada até agora.

Ele treinou o Figueirense, foi campeão estadual mas não durou muito no Campeonato Brasileiro, onde o time viria a cair. Cada técnico tem as suas características, e não vejo nelas as ideais pra circunstância atual. Quieto, ruim de relacionamento com imprensa e times que não são nenhum primor de organização são suas marcas.

E num momento que o Avaí precisa de alguém que junte os cacos, pegue os novos reforços e busque arrumar a casa, chega alguém que não figurava na lista de favoritos, estava no mundo árabe e rodou por vários clubes sem nada significativo nos últimos anos.

Pra mim, ele não é o cara, mas longe de querer agourar o profissional. Ele vai ter tempo para trabalhar na remontagem do time, mas quem corre risco de verdade é a diretoria, que sabe que não poderia errar o tiro no nome do treinador em momento tão delicado, dentro e fora de campo. Que Gallo acerte, sob pena de uma recuperação ser tardia demais.

Arthurzinho e Nazareno Silva no Joinville

O Blog apurou nesta terça a noite que Arthurzinho, de 55 anos, deverá ser o novo técnico do Joinville. Seu último clube foi a Anapolina-GO.

Junto com ele, deverá vir Nazareno Silva, ex-técnico de vários times do Estado, que será o Gerente de Futebol. Estava treinando o Vila Aurora do Mato Grosso, e tem longa ficha no futebol nordestino, onde conhece profundamente o mercado de lá.

A aguardar confirmação oficial.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Hélio Vieira retorna ao comando do Brusque

Teve entrevista coletiva no Augusto Bauer agora a tarde. Tudo para confirmar o que já havíamos trazido aqui ontem a noite. Foi confirmada a saída do técnico Itamar Schulle

Segundo Itamar, ele recebeu uma "proposta irrecusável" do Novo Hamburgo, que lhe prometeu um contrato até o final do próximo Campeonato Gaúcho, com uma multa rescisória, que segundo ele, lhe dava garantia e tranquilidade para a família. Havia uma multa rescisória com o Brusque, que foi negociada. Itamar teve que arcar com apenas 10% do que estava em contrato, algo em torno de 10 mil reais. Eu tinha a informação que a negociação de ontem não foi nada amistosa, mas na coletiva de hoje tudo pareceu mais calmo.

O Bruscão já anunciou o nome do seu novo treinador: é Helio Vieira (foto), sem clube desde abril, quando foi demitido do Brasil de Pelotas. Vieira treinou o Bruscão no segundo turno do Estadual do ano passado, conseguindo a classificação às semifinais, sendo eliminado pelo Avaí. Alegando motivos pessoais, deixou a equipe logo depois, dando lugar a Joceli dos Santos que levou o título da Copa Santa Catarina. Seu auxiliar será Cléber Gaúcho, aquele volante ex-Criciúma.

Quando esteve aqui, Vieira teve um início complicado de trabalho, mas depois o time deslanchou. Que tenha boa sorte.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Itamar Schulle troca Brusque pelo Novo Hamburgo

Post atualizado as 11:10

O técnico Itamar Schulle não comanda mais o Brusque.

Segundo a Rádio ABC, de Novo Hamburgo, o atual treinador do Bruscão apresenta-se na quarta-feira ao Esporte Clube Novo Hamburgo, conhecido como Nóia.

Segundo o jornalista Juliano Palinha, Apresentador da Rádio ABC e editor de esportes do Jornal VS, do Vale dos Sinos, Itamar deve anunciar nesta terça-feira ao meio-dia a sua saída do Bruscão, e iniciar o seu trabalho no Rio Grande do Sul no dia seguinte. Em seu twitter, Palinha garante que o acerto aconteceu há 10 dias.

Conversei com o presidente do Conselho Deliberativo do Brusque, Célio de Camargo, que se limitou a dizer que haverá uma entrevista coletiva as 13:30 no Estádio para tratar do assunto. Não confirmou a informação, e nem negou. Vamos raciocinar: se fosse mentira, era só dizer não na imprensa, né? Não precisaria convocar coletiva.
Fontes confiáveis confirmaram a saída do treinador, que também sofreu sondagem do Joinville na sexta-feira passada. O acerto aconteceu ontem a noite, com a presença do Presidente Danilo Rezini e de alguns diretores. Itamar vai para o Novo Hamburgo depois de entrar em polêmica com a diretoria na primeira rodada da Copa SC, quando criticou a demora na chegada de reforços, uma vez que o clube pesquisava demais o histórico dos atletas e, quando queria bater o martelo, o jogador já estava em outro clube.

Agora, o Bruscão vai atrás de um outro treinador, que possa levar o time à Série C do Brasileiro, e aceitar o modus operandi da diretoria. Vamos aguardar.

domingo, 5 de junho de 2011

Peixe afunda uma nau à deriva

Estava eu revendo alguns comentários antigos do Blog, e achei um em especial, do final do ano passado, quando via em campo um Avaí derrubado em campo, sem gana, entregue aos maus resultados e ao iminente rebaixamento. Houve tempo para reação, que acabou acontecendo.

Aquela situação aconteceu na reta final do Brasileiro. Estamos na terceira rodada. Ainda bem.

Desde aquela eliminação da Copa do Brasil, o time de Silas é um barco a deriva, sendo envolvido pelos adversários sem esboçar reação em momento algum. Hoje foi uma repetição para as derrotas para Flamengo e Atlético-MG, incluindo aí as falhas de bola aérea que voltaram a acontecer. São dez gols tomados, de uma linha de três zagueiros que não se acerta, nem com rodadas a cada final de semana.

No jogo de hoje, o Santos não teve dificuldades em construir o 3 a 1. Fez o primeiro no começo da partida e em nenhum momento foi pressionado. Voltando ao que escrevi semana passada: o Santos era favorito ao jogo, mas que o Avaí perdesse mostrando gana de vencer, para vender caro a derrota. Não fez, de novo.

Silas está com uma polpuda proposta do futebol do Qatar, que poderá tirá-lo do Avaí. É fato que o técnico está inventando soluções malucas, não conseguiu trazer ao time atual o mesmo envolvimento e foco daquele ano do acesso. A situação merece um fato novo, uma chacoalhada com urgência, mesmo que o Campeonato esteja apenas em seu início. Uma provável saída de Silas pode facilitar isso, mas aí vamos falar da responsabilidade da diretoria em trazer um nome que venha a "arrumar a casa".

Vários reforços ainda vão estrear, numa completa remontagem de time que será feita com o Campeonato em andamento. Mas não pode demorar muito, pois os outros estão pontuando e o cavalinho do Avaí lá do Fantástico ainda não saiu do lugar. Nem preciso dizer da importância do jogo contra o América Mineiro no próximo final de semana...

O que interessa é a vitória!

Um sábado em que não tive sorte em ver bons jogos. Fiquei trocando de canal entre o jogo da seleção e o do Criciúma contra o Náutico, duas partidas modorrentas, sem gols, que me fizeram pensar: "tomara que o jogo do Figueira contra o Atlético seja mais animado". Ledo engano meu.

Alvinegro e Dragão fizeram uma pelada digna de afugentar torcedor em uma noite de sábado. Mas o que vale o resultado, e com dois gols o Figueira conseguiu três pontos, e é isso o que importa. Existem coisas a serem analisadas, mas primeiro de tudo, faltou vibração ao time, que mesmo jogando contra um retrancão do time de Goiás, pareceu acomodado em campo.

O primeiro tempo foi tão ruim que, na transmissão do PFC, os melhores momentos duraram crometrados trinta e três segundos. O Atlético teve mais posse de bola, mas ansioso, o Figueira errava muitos passes no meio-campo, facilitando o trabalho da marcação.

Na etapa final, o cenário parecia o mesmo, até que Jorginho resolveu fazer uma alteração que surtiu efeito, com a entrada de Rhayner, que já havia entrado na partida contra o São Paulo e dado uma outra cara ao setor ofensivo. Sua entrada melhorou sensivelmente a atuação alvinegra na frente. Aloísio, na sua segunda partida como titular, ainda não conseguiu vingar, e ainda tentou cavar um pênalti do mesmo jeito que fazia na época da Chapecoense. Beneficiado pelas alterações infelizes de PC Gusmão, que acabaram por bagunçar todo o seu esquema de marcação, o Figueira abriu o placar com Heber, que aproveitou uma furada da zaga para marcar, e logo depois, Edson Silva marcou o segundo para fechar o caixão.

Mesmo jogando mal, o que importa é o resultado. Jorginho terá tempo até o próximo sábado, terceiro jogo noturno seguido, contra o Vasco, em São Januário. Hoje, faltou vibração ao time para buscar o ataque. Senti um pouco de acomodação ao enfrentar um adversário fechado. Nada que não possa ser ajustado, mas mudanças podem aparecer, principalmente no ataque. Aloisio ainda não mostrou ser em Floripa o que era em Chapecó, e em compensação, Rhayner vem entrando bem. Mas como Reinaldo saiu contundido, ele pode ganhar uma chance no time titular, assim como Heber, que veio do banco para marcar o gol.

Jorginho terá dúvidas para resolver durante a semana. Certo é que, depois de um jogo feio como o da fria noite de sábado, algumas mudanças podem e devem ocorrer.