sábado, 4 de fevereiro de 2012

Avaí faz a tarefa de casa. Criciúma joga dois pontos fora

Jogos de sábado do Estadual.

Foto: Edu Cavalcanti / ClicRBS
O Avaí fez o que deveria ser feito: construiu o placar no primeiro tempo, explorou as deficiências do Camboriú, que até agora só fez uma arte no Estadual, que foi bater o combalido Joinville. O time trabalhou a bola, não mostrou nada de muito diferente do que havia mostrado em Brusque na quarta. Contou com a ajuda do goleiro adversário em um dos gols, e no segundo tempo não forçou a barra, já que quarta-feira tem jogo contra o Marcílio Dias. A maratona de jogos acaba provocando maiores cuidados na parte física. E amanhã, curiosamente, o torcedor avaiano torce pelo rival Figueirense, que joga em Chapecó, e pode tirar pontos do até agora líder 100%.

Foto: Maurício Vieira / ClicRBS
Já o jogo do Criciúma merece análise mais aprofundada. Sem citar nomes, mas nada me tira que tinha jogador no time do Marcílio com indisposição com o ex-técnico Jamelli. Jogadores mostraram outra disposição, e aproveitando a indiferença do Tigre, que começou o jogo achando que a vitória viria ao natural, abriu 2 a 0, com o pênalti de Nilson Sergipano e o chute cruzado de Régis. O futebol tem disso: o Marcílio não mostrou nada de sensacional, apenas mais vontade. Jogando em cima de um adversário desligado, dá nisso. E quase saiu do Majestoso com uma vitória.

Aí, surgiu um problema crítico do Marinheiro: preparo físico. Já nas outras partidas, o time morre na segunda etapa. E pegando um Criciúma desesperado com três homens na frente, faltou um pouco de cabeça para Nilson Sergipano, que tentou dominar no peito uma bola que era pra ser mandada pro espaço, e deu o gol para Zé Carlos logo no início. O Tigre pressionou, pressionou, e achou o gol nos acréscimos, com o Marcílio segurando do jeito que dava. No fim, o resultado que não foi bom para nenhum dos dois, mas provoca diferentes reações: Márcio Goiano teve que se explicar e considerou o empate uma "lição" (sua campanha no comando do clube não permitirá mais tantas lições assim). Já o time de Itajaí terá que fazer uma contra-prova da atitude do jogo de Criciúma no meio de semana, contra o Avaí. Antes de dizer que o time iniciou uma reação, é necessário ver um segundo jogo. Será que o problema do time chamava-se Jamelli?

3 comentários:

  1. Sem jogar na rodada, o Brusque ganhou uma posição na tabela passando de 8º para 7º lugar.

    A partida de amnhã é decisiva. Se ganhar do Ibirama por mais de um gol de diferença e o Metro perder, o Brusque sobe para o 6º lugar.

    O Marcelo precisa treinar duas coisas com esse plantel: passes e saída de bola. Precisa posicionar melhor os jogadores de meio de campo, principalmente o Talleti e o Roger. Como agora tem opção para a lateral direira com o Cleberson, poderia colocar o Pereira na esquerda e o Roger na sua verdadeira posição no meio de campo junto com o Talleti.

    Os dois maiores problemas do Brusque são saída de bola e domínio do meio de campo. Em todas as partidas o Brusque tem perdido o meio de campo, com aquele defeito terrível que todo mundo enxerga menos o Caranhato: sempre faz ligação direta entre defesa e ataque.

    Caranhato, se convença de uma coisa: um time sem meio de campo é como o Brusque tem jogado até agora: não consegue fazer gols e acaba tomando porque não tem posse de bola e perde o domínio do meio de campo. Tã na hora de começar a aprender e acertar o esquema desse time.

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  2. Um outro erro grotesco do BFC é o preço dos ingressos.

    Cobrar R$ 60 por uma cadeira, 40 para coberta e 25 para geral é pra acabá. Esses preços estão totalmente fora da realidade do futebol do Brusque FC. Isso é preço para times como Vasco, Santos, Flamengo, Corinthians, Gremio, Inter, e olhe lá.

    Pelo amor de Deus, esses preços poderiam ser cobrados se o Brusque estivesse disputando uma semi-final Série B (o que nunca vai conseguir), e mesmo assim ainda seria caro. Ou se estivesse disputando semi finais do estadual, com jogadores no plantel do nível de um Rogélio, Diogo Oliveira, Teti.

    Essa diretoria está perdida. Reconheço o esforço e o mérito de ter colocado um time pra disputar o estadual, ma vamos ter um pouco mais de percepção. Com esse time que o Brusque está apresentando, os preços teriam que ser:

    Cadeira: 30
    Coberta: 20
    Geral: 10

    Concedam algum benefício para quem está pagando mensalidade, mas manter esses preços atuais com ESSE PLANTEL é suicídio. É querer matar o futebol na cidade.

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  3. Fala mestre. O Ovelha está com o time nas mãos. Arrumou a defesa e tá ajeitando o restante. O time é competitivo. Quanto ao Marinheiro, pensei a mesma coisa que vc, hehehe. A turma não gostava do Jamelli, só pode. Abraços e parabéns pelo blog.

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