sábado, 2 de junho de 2012

JEC vence a "Cléberdependência" e Tigre toma três

Cristiano Andujar / ND Online
Um sábado em que o JEC conquistou uma importante vitória na Ressacada, quebrando um tabu de longos 11 anos sem vitória na Ressacada.

O Joinville venceu merecidamente o Avaí. Ainda se acertando em campo, em cima dos erros avaianos e empurrado pelo erro bisonho da dona Nadine, o time de Leandro Campos teve mais vontade e foi melhor na partida, mesmo usando de um expediente que eu reprovo e foi usado sem sucesso contra o ABC, com Lima sozinho no ataque, sem um companheiro que o faça funcionar. O Avaí, que até marcava bem, não tinha saída de bola, com seus laterais errando em excesso e Cléber Santana, sobrecarregado, não passava pela marcação. Do outro lado, Ricardinho foi o melhor em campo. Mas o ataque tricolor pode render muito mais.

Enquanto as coisas não mudarem nessa armação do Avaí, você vai ler muito neste blog o termo "Cléberdependência". Robinho saiu e não apareceu, ainda, nenhum jogador que sirva como segunda opção na armação azul. Até deu pena de ver Cléber levantando a cabeça sem ter muito o que fazer, ainda mais com as opções de ataque limitadas. Nunes sumiu no jogo. O time depende demais de seu camisa 10.

O Avaí começou melhor o jogo, mas o JEC equilibrou e jogou mais bola até o final. Nadine errou feio ao não marcar impedimento no gol de Felipe Alves (e não sei porque a CBF escalou trio catarinense num jogo de brasileiro, podia sair sem essa), e na sequência, Tiago Real devolveu com uma bola na trave. A principal virtude tricolor no jogo foi não perder a cabeça com o erro da arbitragem. Continuou colocando seu jogo em prática e empatou o jogo com Glaydson, em chute que desviou em Carlos Alberto.

O segundo tempo estava equilibrado e Lima, aproveitando uma bola de escanteio que passou por toda a zaga avaiana, mostrou seu oportunismo e colocou na rede, virando o jogo merecidamente. Hémerson Maria não tinha muito o que fazer. Colocou Aelson, Bonilha e Carreirinha, que pouco resolveram. Falta mais qualidade ao time para a Série B. Mas e o estadual, você pode perguntar. Lá era uma outra circunstância, em um mata-mata, com um time focado. De lá pra cá, aconteceu a polêmica saída de Arini, os problemas da chegada de Marcelinho e tudo o que a gente já sabe. O time precisa de dois laterais com máxima urgência.

O Joinville ainda pode render mais, está se arrumando. A defesa está bem melhor em relação ao Estadual, o time se posta em campo de forma mais tranquila, além de já ter se recuperado da derrota da estreia. Vamos ver com carinho onde esse JEC pode chegar.

Já em Belo Horizonte, o Criciúma errou tudo o que podia errar e tomou três do América-MG, que é um dos favoritos ao acesso. Dois gols vindos de falhas de bola aérea e chances desperdiçadas lá na frente selaram o resultado. Como existe uma gordura, tudo pode ser ignorado com falhas consertadas. Mais trabalho para Paulo Comelli.

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Criciúma e JEC estão na Copa do Brasil 2013. SC terá 5 times

Com a divulgação da nova distribuição de vagas para a Copa do Brasil, que agora terá 80 times, sendo 70 deles definidos pelos campeonatos estaduais e mais 10 pelo Ranking de clubes da CBF, já dá pra definir com antecedência e sem precisar esperar os classificados para a Libertadores, quem vai participar da próxima edição. Tomando por base o ranking 2012 e os resultados dos Estaduais e a aplicação das vagas nas novas regras, chegamos aos classificados por ranking.

Aqui, o Criciúma e o Joinville garantem vagas para a CB 2013. O JEC vai subir mais uma posição no próximo Ranking CBF, já que disputa a Série B e o Londrina não disputará nem a Série D.

Abaixo, o ranking atual de clubes e as vagas conquistadas por cada um. Quem não ganhou nada via estadual entra entre os 10 do ranking. Confira:

1- Santos - Campeão SP
2- Palmeiras- Ranking 1
3- Vasco- 4o. lugar RJ
4- Grêmio - 3o. lugar RS
5- Flamengo - 3o. lugar RJ
6- Corinthians - Ranking 2
7- Cruzeiro - Semifinalista MG
8- Internacional - Campeão RS
9- São Paulo - Semifinalista SP
10- Atlético-MG - Campeão MG
11- Botafogo - Vice-campeão RJ
12- Fluminense - Campeão RJ
13- Coritiba - Campeão PR
14- Bahia - Campeão BA
15- Goiás - Campeão GO
16- Guarani - Vice-campeão SP
17- Sport - Vice-campeão PE
18- Portuguesa - Ranking 3
19- Atlético-PR - Vice-campeão PR
20- Vitória - Vice-campeão BA
21- Náutico - Ranking 4
22- Santa Cruz - Campeão PE
23- Paraná - Ranking 5
24- Ceará - Campeão CE
25- Ponte Preta - Semifinalista SP
26- Juventude - Ranking 6
27- Remo - Vice-campeão PA
28- Fortaleza - Vice-campeão CE
29- América-RN - Campeão RN
30- Criciúma - Ranking 7
31- Paysandu - Ranking 8
32- América-MG - Vice-campeão MG
33- Figueirense -  Vice-campeão SC
34- Londrina - Ranking 9
35- Joinville - Ranking 10
36 - Bragantino - Sem vaga


Lembrando que Santa Catarina ganhou mais uma vaga na competição. Logo, estão classificados os finalistas do estadual Avaí e Figueirense. A nova terceira vaga ainda não tem dono: a FCF pode dar para a Chapecoense, terceira colocada no Estadual, ou premiar o campeão da Copa Santa Catarina que acontecerá no final do ano. Boas notícias para o futebol do Estado.

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Com C e D travadas na justiça, clubes ameaçam desistir

É a lógica. Clubes de futebol precisam jogar campeonatos para terem renda. Só assim podem cobrar patrocínios, arrecadar com ingressos, planos de sócio e tudo o mais.

E com os campeonatos das Séries C e D travados na justiça e sem esperança de uma solução a curto prazo, já tem gente pensando em abrir mão do campeonato. Principalmente quem investiu forte e não tem uma boa gordura para segurar a barra diante de um campeonato que pode levar uma semana ou três meses para começar. Ainda mais se falando em justiça comum, onde a avalanche de recursos, liminares e mandados aumenta o tempo para solução de problemas.

Meu xará Rodrigo Braga, do Santa informou agora a noite em seu Blog que o Metropolitano está considerando a possibilidade de abrir mão da sua vaga na Série D conquistada com uma bela campanha no campeonato estadual. A FCF, inclusive, já foi avisada. E não duvido que mais equipes estejam pensando o mesmo. Times menores tem o dinheiro contato. Um desvio de rota desses dá um prejuízo danado. E acham que a CBF ou outro clube envolvido vai pagar o prejuízo? Esquece.

Quanto às ações judiciais em si, vocês notaram que a CBF não está falando nada? Que aquele papo de suspensão da Fifa era pressão barata plantada para estremecer os clubes? Passei o final de semana estudando os casos. Existem dois problemas. O caso do Brasil de Pelotas é bem diferente dos de Treze, Rio Branco e Araguaína. No caso do clube gaúcho, tem a ver com aquela escalação de um jogador suspenso. Esgotadas as instâncias do STJD, o clube usou a lei e foi para o tribunal comum. Não é culpa de ninguém, tá lá na lei que a justiça pode ser usada.

O caso dos outros três clubes envolve um acordo judicial feito pela CBF no ano passado, que prometeu não rebaixar o Rio Branco, que, aí sim, usou da justiça sem esgotar as instâncias desportivas. O acordo teve que ser feito pela Confederação para o campeonato terminar. Acontece que o ano virou, e quem se sentiu prejudicado lá atrás está questionando agora. Simples assim.

O problema é que ninguém sabe o que vai ser da Série C, que neste ano estava vitaminada com uma nova fórmula, e da Série D, com times buscando um lugar ao sol. Meu prognóstico não é nada otimista. Quem tem ação na justiça sabe que rapidez não é o forte por lá.

E termino pensando alto um pouquinho: imagina se o Brusque estivesse treinando pra jogar a Série D. O clube ia quebrar de vez.

As meninas do "Futebol de Sutiã" comentam a rodada!

Acompanhe os comentários da semana das competentes meninas do "Futebol de Sutiã", falando de Avaí, Figueirense e outros pitacos do Campeonato Brasileiro:



Três jogos, três personagens e um Tigre líder

É complicado acompanhar dois jogos ao mesmo tempo. Foi assim com América x Avaí e JEC x Guarani. Mas mesmo assim dá pra escrever alguma coisa do que deu pra olhar. E depois, teve o Criciúma que bateu um adversário muito qualificado, para conseguir uma inédita arrancada de três vitórias no Brasileiro. Cada jogo teve seus personagens.

Jr Santos / Tribuna do Norte
América x Avaí. O erro na experiência de Hémerson: o treinador avaiano perdeu o seu primeiro jogo no comando do time ao apostar em um esquema bem diferente do que vinha usando. Uma linha de três volantes que não trouxe brilho algum dentro de campo. O time não teve a posse de bola que costumava ter, Cléber Santana não trabalhou como devia trabalhar e o time perdeu em uma falha de cobertura imperdoável para quem trabalha com uma postura tão defensiva. Crucificar Hémerson por causa disso? Jamais. Diante da falta de Robinho e de peças de reposição de confiança, ele usou de uma formação que, definitivamente, não funcionou. Ter um jogado ao lado de Cléber na armação significa dividir a atenção das marcações e, por consequência, ajudar o camisa 10 a trabalhar. Vamos ver se os reforços que chegam se encaixarão no time (principalmente Jaílton) para dar ao Leão um ganho de qualidade.

Juliano Schmidt / Portal Joinville
Joinville x Guarani. O efeito Eduardo: O Joinville não fez um jogo brilhante, mas fez o serviço, vencendo o Guarani e dando uma boa subida na tabela. Leandro Campos teve que rever alguns conceitos depois do empate em Natal, onde jogou para não perder diante de um adversário que tinha tanto medo quanto. Alex jogou ao lado de Lima no ataque e a ordem foi refeita. Vi um time mais tranquilo em campo, sem pressa nem afobação para criar jogadas. Ricardinho jogou mais aberto na esquerda e Eduardo, disparado o melhor em campo, só não fez chover na direita. Falta um bom caminho para que o JEC tenha uma boa condição de brigar pela parte de cima da tabela. Mas Leandro Campos terá tempo para encaixar seu jogo, já que não teve o tempo de uma pré-temporada. É só ele não repetir a tragédia do último sábado. Vamos ver como vai ser contra o Avaí.


Fernando Ribeiro / Criciúma EC
Criciúma x Vitória. Zé do Gol está voando: O Tigre não fez pouco. Venceu um time qualificado, repleto de atletas de nome, com um técnico campeão mundial e favorito ao acesso. Era previsto um jogo difícil e brigado. E aconteceu, com vitória do Criciúma. Os dois fatores principais: o primeiro, Zé Carlos. O cara tá inspirado e iluminado. Fez um gol matando a bola no peito e mandando um foguete de primeira, e outro num forte chute de fora da área (e quase fez o terceiro em cobrança de falta). Quando a fase tá boa, dá tudo certo. E lá atrás, o bom goleiro Douglas deu conta do recado. Paulo Comelli sobre ler bem o adversário, e o Criciúma lidera a Série B com três vitórias. Mas ainda há o que arrumar, principalmente na bola aérea de sua zaga, que é um Deus nos acuda. No final do jogo, Comelli trocou Zé Carlos por Ozéia, permitindo que o Vitória pressionasse. E se não fosse Douglas, a alegria da vitória poderia virar a tristeza de um empate dolorido. Mas no fim deu tudo certo. Favorito ao acesso? Muito prematuro por dizer. Mas ao ganhar dois jogos em casa e um fora, uma importante gordura foi conquistada. Vem aí mais duas pedreiras, o América e depois, o Goiás. Mais testes complicados. E o Tigre não pode nem pensar em perder o Zé do Gol. Vai ter assédio de times da Série A, que precisam de um camisa 9 dessa qualidade. Há de se acontecer uma operação para mantê-lo.

terça-feira, 29 de maio de 2012

O Brusque respondeu...


... no seu Facebook à afirmação aqui do Blog sobre a possibilidade de suspensão devido a uma condenação do TJD por pagamento de taxas com cheques devolvidos. Só poderiam cuidar um pouquinho da língua portuguesa:

Mas a nota deixa dúvidas. Se houve negociação anterior, porque o clube foi condenado no último dia 15?

Tudo bem, vida que segue. Mais um problema: tivemos acesso ao processo da justiça federal que o Brusque recebeu, ou vai receber, nos próximos dias. Acontece que a justiça mandou o documento ser entregue no Clube Atlético Carlos Renaux, com o CNPJ do Brusque, e com o endereço do Estádio do Paysandu, na Rua Pedro Werner. Logo, o processo ainda deverá chegar no clube. Abaixo as duas primeiras páginas do documento, que contém o nome do Renaux mas, ao ver as folhas seguintes, contata-se que são do Brusque. Os documentos trazem dívidas do clube desde a época da fusão, há 25 anos:







segunda-feira, 28 de maio de 2012

Quando um clube tenta esconder a verdade

Pessoal que não é da cidade não sabe o que a gente passa acompanhando o Brusque, um clube que errou tudo o que é possível errar em pouco tempo, até ser rebaixado de forma absolutamente merecida. E mesmo depois do descenso, as notícias que chegam são cada vez piores. Já começo a pensar  numa ameaça de inviabilidade da continuação do Brusque para o futuro. É problema atrás de problema.

Noticiamos aqui na semana passada alguns problemas do clube. O primeiro: o Brusque tem até quarta-feira para saldar condenações referentes ao pagamento de taxas de funcionamento e borderôs de jogos com cheques devolvidos. Além disso, o Clube Atlético Carlos Renaux promete entrar com ação de despejo por atraso de aluguéis. Sem contar que o presidente Juca Loos recebeu a visita de um oficial de justiça que lhe entregou um processo que continha uma dívida de 80 mil reais. Mas como o CNPJ do documento era do Brusque, não assinou.

Aí, chego de manhã e vejo no jornal "Município" o presidente Mauricy de Souza dizendo que "não tem nada", "não chegou nada" e dizendo que é invenção da imprensa, como se nada tivesse acontecendo. Isso é uma brincadeira de mal gosto de alguém que ganhou a confiança do torcedor, não teve sucesso, e deveria admitir os seus erros ao invés de acobertar tudo.

Mas tudo bem, já que ele quer, vamos explicar os fatos direitinho. Bom lembrar que Mauricy só procurou o jornal para se explicar, como sempre faz. Eu tenho coluna lá, e cabe dizer que a direção da publicação, fundada pelo meu avô há quase 60 anos, nunca me cortou nenhuma opinião. A Rádio Cidade e a TV Brusque tentaram entrar em contato, mas ele não atendeu às ligações. Aos fatos, então:

- Ameaça de suspensão na FCF: Mauricy diz que "isso não existe, já negociamos há um mês com a Federação. Todas as dívidas estão negociadas, então essa possível suspensão não procede".
Então, se essa negociação já existe há um mês, por que o TJD condenou o Brusque por pagar até as taxas de funcionamento com dois cheques devolvidos de R$ 3.000,00 e R$ 3.350,00 e mais R$ 1.000,00 de multa, além de não pagar as despesas do jogo contra o Camboriú no último dia 15? A decisão está aí do lado e a íntegra você vê clicando aqui.

- Não existe ação de 80 mil reais. O presidente disse "não sei de onde tiraram isso". Quem nos passou isso foi o presidente do Renaux, Juca Loos, que recebeu em seu escritório a visita de um oficial de justiça com a dita ação, dando prazo de 15 dias para pagamento. Os papeis vieram com o nome do Carlos Renaux, mas com o número do CNPJ do Brusque.  E olhando o processo, deu pra ver que o oficial foi para o endereço errado.


- Ação de despejo: Mauricy disse "Não existe nada de questão do Carlos Renaux. Acredito que isso não tem fundamento, alguém falou isso internamente e isso acabou saindo na imprensa". Pois bem, o próprio diretor jurídico do Brusque, Jean Pirola, confirmou ao telefone ao repórter Alain Rezini da TV Brusque que a ação existe. Ele só não foi notificado ainda. Além do mais, o próprio presidente tricolor tratou de desmenti-lo na mesma matéria.

E faltou dizer duas coisas: jogadores e comissão técnica estão reclamando que não receberam as rescisões. O acerto feito após o último jogo foi o seguinte: todos receberam 30% do valor das rescisões em dinheiro, sendo o restante pago em cheques para o último dia 20. Aí, os jogadores depositaram os cheques que acabaram voltando. Outro caso muito nebuloso é a venda do goleiro João Ricardo para o Marcílio Dias. Ele tinha contrato até o final do ano, e segundo o próprio "Município" ele teria sido vendido por apenas 40 mil reais, valor bem abaixo da sua multa rescisória. Ou será que isso tem a ver com a desistência do Brusque da Série D?

Seria mais digno admitir os problemas, e não encobri-los.

domingo, 27 de maio de 2012

Há tempo para o Figueira se arrumar. Bom empate no RJ

Empate fora de casa contra o Fluminense é ruim? Claro que não. E empatar com um time que tem um jogador a menos desde o primeiro tempo? Isso também não. Mas com os problemas que o Figueirense mostrou no Rio, coisas que precisam ser arrumadas, não dá pra desprezar o ponto conquistado. Mas que dava pra vencer, ah dava...

Argel colocou três volantes em campo para enfrentar o desfalcado Flu, cheio de jovens jogadores. É uma das suas características nos times onde passou usar um desses volantes para carregar a bola até o ataque. Toró seria o encarregado. Seria, não foi.

Aí que apareceu o problema: sem saída de bola, o Fluminense apertou e fez 1 a 0. O tricolor percebeu que pressionar a linha de zaga adversária seria a pista. A sorte foi a expulsão de Wallace ainda no primeiro tempo. Isso fez o Flu segurar a barra. No segundo tempo, com a entrada de Fernandes no lugar de Toró, a tendência era de melhora. E até melhorou, ainda que o time sofra muito ainda da qualidade no início das jogadas e, principalmente, na marcação.

Não é de hoje que nota-se um problema crítico nas laterais do alvinegro. Principalmente na direita, com Pablo. Me parece que o time não está confiando no seu lateral-direito. Aí Canuto saiu na cobertura, o buraco apareceu, e o Flu fez o segundo.

Pablo fez o seu, é verdade, contando com um desvio providencial do zagueiro tricolor. Por isso que, diante de tantos problemas de um esquema tático que ainda procura a sua cara, o empate não pode ser desprezado. Argel terá dez dias até o jogo contra o Corinthians, para escolher de uma vez por todas a forma de jogo do seu time, colocar em campo os reforços (Anderson Conceição não pode ficar de fora, joga mais que Sandro ou Canuto) e pedir reforços que são necessários, principalmente nas laterais. O jogo de hoje foi um aviso, contra um adversário que estava sem seus titulares. Mais pra frente, essa "moleza" não existirá. Há tempo pra arrumar.