quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Chapecoense ou Figueira: um levará o turno

A rodada do meio-de-semana serviu para deixar o Avaí mais longe do título do turno. No ritmo que a Chapecoense está, apenas o Figueirense tem a condição de tentar uma virada, apesar de ter uma tabela mais complicada.

Temos aqui um cenário bem claro: obrigação de vencer os pequenos, e tentar o melhor entre os grandes. Nisso aí aparece o Joinville como um dos diferenciais: enquanto a Chapecoense bateu o JEC fora de casa, os times da capital, dentro dos seus estádios, apenas empataram com o tricolor, e com o mesmo placar.

E com mais uma boa atuação de Rodrigo Gral, a Chape bateu o Juventus e deu mais um passo para garantir a primeira vaga nas semifinais. Faltam três partidas, sendo duas fora de casa, onde o time de Gilmar Dal Pozzo, que mostra o melhor futebol do campeonato, vai para Camboriú de olho no que acontece no clássico. Se o Avaí colaborar, o turno pode vir até com antecipação.

Estive na Ressacada, onde vi um jogo animado entre Avaí x JEC. Sem muitas novidades: o Joinville até marca bem, mas ainda tropeça na falta de eficiência no seu sistema de armação, enquanto o Leão ainda tem problemas de ataque. A dupla Danilo-Rodriguinho ainda não me convence, e acho que tem muito torcedor com a mesma preocupação. O Joinville achou o empate no talento de Marcelo Costa, depois de dois momentos de desatenção, um logo após fazer o primeiro gol, e outro no primeiro lance do segundo tempo. Para o Avaí, péssimo resultado, pois poderá chegar a 4 pontos de distancia da Chapecoense se vencer o jogo atrasado contra o Guarani. Para o JEC é um resultado que dá tranquilidade para Artur Neto trabalhar. Contra o Criciúma, ele terá a volta de Lima e a chegada de Matheus Carvalho, vindo do Fluminense.

Lá em Ibirama, o Figueirense fez seu dever e venceu o Atlético, time que é a maior decepção do campeonato, com grande investimento e resultado mínimo. A perseguição continua, mas a derrota para o Metropolitano em Blumenau, onde a Chapecoense venceu, faz a diferença, hoje.

E o Metropolitano perdeu a segunda seguida para o Camboriú. Pessoal de Blumenau acha que pode ter gente querendo derrubar Barbieri e até se fala no nome de Mauro Ovelha. Aquele time que era líder e vivia em estado de graça virou grupo em crise. Esses 10 dias sem jogos podem trazer mudanças por lá.

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