segunda-feira, 11 de março de 2013

Mais técnico caindo, gente prestigiada e pedido inusitado

Recuperado da cansativa viagem ao Oeste (tive que ir a Joinville pra depois voltar pra casa), agora dá pra escrever sobre o tumultuado final de semana do Estadual, que teve uma das mais inusitadas notas oficiais da história.

Eis que o Camboriú institui a campanha "Torcedor, não vá ao estádio". Ganhou repercussão nacional o texto no site oficial do clube que pede para que o torcedor não va prestigiar o time, pois sabe que ele será roubado pela arbitragem. É fato que o gol de Ewerton Páscoa do Criciúma no sábado foi totalmente ilegal. Mas como sabemos, não há punição alguma pra quem erra tão feio (pelo menos a punição não é divulgada, como a CBF e a Fed. Paulista fazem). Já dizendo que o rebaixamento é iminente, o presidente Coppi aproveitou pra soltar o verbo. E quer saber? Já ouvi a mesma reclamação de muito dirigente de time menor. Apareceu um que teve a coragem. E não duvido que vai tomar bronca da chefia por isso.

Rodada que teve Sérgio Soares finalmente demitido e Artur Neto prestigiado, mais uma vez. Ambos já deveriam ter caído há tempo. O Avaí, mesmo um pouco tarde, tomou providência. Já o JEC insiste em algo que não vai dar certo.

Perder pra Chapecoense em Xanxerê não é anormal. Mas vencer por 2 a 0, fazer um ferrolho no segundo tempo, tomara a virada e tentar empatar sem organização nenhuma como um time de pelada é algo que uma torcida como a do Joinville não merece. Um time que quer ser campeão não pode ser rachado. No JEC, Artur não se dá com Lima e seu grupo, insiste em um atacante limitado e não tem um  plano de ataque bem feito. O resultado está aí, e parece que a diretoria tricolor não observa. Dá pra mudar, antes que seja tarde.

Na classificação, o Avaí entra na situação de só se classificar se vencer o returno. Isso significa vencer sete dos próximos oito jogos. Pelo índice, é quase impossível. Tigre e JEC ainda tem chances, mas tem que melhorar e muito o futebol. O Criciúma pode mudar com o novo técnico. E no Joinville, começo a perder as esperanças. O tempo passa e nada se mexe por lá.

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