domingo, 17 de março de 2013

Segundo turno dá as caras: empate na Arena e vitória avaiana

Segunda rodada do returno, com o Atlético de Ibirama liderando.

O Avaí, já livre de Sérgio Soares venceu a Chapecoense e deu ao novo técnico Ricardinho um bom clima para iniciar o seu trabalho. Ainda que há muito o que melhorar, a vitória sobre o campeão do turno merece reconhecimento. Já classificado, o time do Oeste vai se preparar para a fase final. Não se sabe o nível de comprometimento do time no returno, logo, quem conseguir vencer o Verdão terá uma vantagem. Não vi o jogo, mas quem assistiu disse que a Chape jogou com o freio de mão puxado, com a vitória justa do Leão. Ricardinho vem aí, com sete jogos pela frente no returno e o desafio de arrumar um time.

Carlos Junior / Notícias do Dia
Vamos ao jogo que eu vi, na Arena. O Figueirense, sem qualidade, mas com muita vontade, arrancou um empate contra um Joinville que perderá merecidamente o seu técnico nesta segunda (não é informação, mas não é necessário ser adivinho, ainda mais depois da patética coletiva pós-jogo). Pior que está, não dá pra ficar.

Resumindo o jogo: o Joinville foi melhor no primeiro tempo, marcando um gol no início da partida e perdendo duas claras chances até o intervalo. Assim como em Xanxerê semana passada, o time recua no segundo tempo, deixa o adversário gostar do jogo e acaba tomando o gol, merecidamente. Chama a atenção o modo como o JEC abandona o jogo, perde a posse de bola e muda de cara depois do intervalo. E Artur Neto ainda diz que o time jogou bem.

Enquanto Adilson Batista vai encontrando o caminho de uma formação ideal, o Joinville patina e não encontra rumo algum. A coletiva pós-jogo diz muita coisa. Artur deixou claro que não vai pedir pra ir embora, tem um contrato amarrado com boa multa. Ainda afirmou que tem problemas pessoais com Lima, fora não admitir que o time jogou mal. O tricolor tem um confronto direto pela classificação geral na quinta, em Blumenau, e do jeito que o time é (des)organizado, o risco de eliminação prematura é enorme. Está na mão de Nereu Martinelli. Ou ele deixa como está por mais uma rodada, sem esperança alguma, ou tenta alguma virada. Pior que está, não fica.

E a rodada ainda teve o Juventus, que sem técnico, perdeu em casa para o Camboriú e vai vendo a boa campanha do turno ir por água abaixo. Será ultrapassado em breve, encerrando de forma melancólica a sua volta à primeira divisão.



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