terça-feira, 7 de maio de 2013

Memória: Chapeceoense x Criciúma, as decisões: parte 2, 1995

Continuando a série do Blog sobre as decisões do Campeonato Estadual entre Criciúma e Chapecoense, vamos até 1995, onde aconteceu a segunda decisão envolvendo os dois times. O campeonato foi curioso: os dois times se enfrentaram nada menos que oito vezes em todo o Estadual, mostrando que eram as melhores equipes. O Criciúma havia levado o primeiro turno e a Chapecoense (que tinha Paulo Rink no elenco) levou o segundo, com a taça levando o nome do desportista Chapecoense Plínio Arlindo de Nes.

Na grande decisão, a Chapecoense venceu por 4 a 1 a partida de ida, em Chapecó. No segundo jogo, quente, repleto de expulsões, o Tigre venceu pelo placar mínimo, com gol do já falecido Luiz Carlos Oliveira, e como o saldo de gols não valia como desempate, aconteceu a prorrogação, onde o time da casa tinha a vantagem do empate, e não precisou marcar para levar o título.

O jogo aconteceu em 6 de agosto de 1995, quando aconteceu o recorde absoluto de público em uma partida de futebol em Santa Catarina: 31.123 pessoas pagantes assistiram o jogo.

A reportagem do jogo abaixo, feita pelo saudoso Clésio Búrigo, na finada RCE:



As equipes:

Criciúma: Sadi; Sandro, Alexandre Lopes, Wilson e Gilson; Bolé, Paulo da Pinta, Wanderley (Rudinei) e Luiz Carlos Oliveira (Carlos Henrique); Giovani e Eliel. Técnico: Luiz Gonzaga Milioli.

Chapecoense: Pedro Paulo; Cambé (Aléssio), Zózimo, Oliveira e Itá; Ivair, Tite, Nei e João Carlos Maringá (Charles); Paulo Rinck e Índio. Técnico: Vicente Arenari.

Árbitro: Renildo Nunes.


Um comentário:

  1. Essa foi a maior injustiça. O verdão meteu 4x1 no primeiro jogo, fora o baile com direito a gol de bicicleta do índio. No jogo da volta perdemos de 1x0 num gol chorado, no cantinho, junto a trave onde pode ser creditado falha do goleiro Pedro Paulo que pegava muito. Eu estava no estádio do Criciúma, fiz parte do maior público do nosso estado, e me lembro que ficávamos espremidos realmente, sem espaço pra sequer pular e torcer, era muita gente, e se não me falhe a memória, parecia até que não havia nem divisória entre as torcidas, somente festa e sem violência.

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