terça-feira, 10 de setembro de 2013

Pobre de espírito, pobre de futebol

Luiz Henrique / Figueirense FC
"Toda a hora a gente fica falando: marca, marca. Fica todo mundo olhando a bola. No final vamos todos acabar nos f..." - Wellington Saci, lateral do Figueirense.

A frase acima diz muita coisa. Considerando que o time do Figueira vem errando seguidamente na defesa, principalmente na bola aérea, já teve troca de treinador e nada muda, a conclusão disso é que o time não encontra remédio para uma doença grave. A defesa, com mais dois erros, deu ao América-MG a virada e a vitória perante dois mil e poucos torcedores no Scarpelli. Teve jogo da terceira divisão do estadual no final de semana que deu mais gente.

Tem Zé Roberto, Matheus e Nirley pra entrar no time. Vão resolver? E se resolverem, será tarde demais? Quando se tenta remendar um time no meio do campeonato, a chance de dar errado é maior que a de dar certo. E essa reação tem que vir logo. Se o JEC vencer nesta terça, a diferença para o G4 vai aumentar para 8 pontos. E aí é bom preparar o "Adeus ano velho, feliz ano novo" e pensar em 2014.

Aquele torcedor alvinegro que foi ao estádio num fim de tarde de segunda-feira, gritou "timinho". Diante da falta de atitude que o próprio Wellington Saci admitiu, soltando palavrão para todas as emissoras de rádio, fica difícil sonhar com algo melhor.

Para concluir, segundo informações do amigo Diego Tainha, em seu blog, o clima foi tenso no vestiário em Goianinha, na derrota para o América-RN. Segundo informações que ele apurou, o gerente Leandro Niehues gritou cobras e lagartos para o elenco, sob a audiência silenciosa de Vinicius Eutrópio, que teoricamente foi contratado para resolver a situação. Os atletas ficaram profundamente irritados.

É, não tá fácil...


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