quinta-feira, 20 de março de 2014

Metade do hexagonal. Só um rebaixamento encaminhado

A Chapecoense resolveu jogar no segundo tempo, e conseguiu bater o Brusque dentro do Augusto Bauer, de virada. Deu a resposta que todos precisavam. O outro grande da turma, o Avaí, bateu o fraco Ibirama e também subiu na tabela. Mas o líder é o Marcílio Dias, que goleou o Juventus.

Nesse torneio que nem transmissão pela TV tem, Chape e Avaí tem a obrigação de mostrar serviço, depois da vexatória eliminação do quadrangular. Responsabilidade maior tem o time do Oeste, que jogará a Série A e não tem vaga garantida na Copa do Brasil, precisando do primeiro lugar para ter lugar no ano que vem. Gilmar Dal Pozzo, criticado que estava, deu uma resposta, vencendo dois jogos seguidos. Em Brusque, fez um péssimo primeiro tempo, tomou um gol e poderia ter tomado mais. Com um pouco de sorte, as mudanças fizeram efeito e o time virou, em uma bomba de Edinei e um gol de cabeça de Roni, jogador que não convenceu. Com a vitória, deu discurso no fim do jogo e agora terá calma para tentar arrumar o time para o Brasileiro. Apesar de que ele precisa fazer muuuuuita coisa para esse time ser competitivo.

O Avaí deu um mais um golpe no Atlético de Ibirama rumo a segundona. Tá pintando o primeiro rebaixado, montado com uma base de terceira divisão que dificilmente daria certo (lembram da manchete que deram para o Brasão na primeira rodada? Cadê ele?)

E começa a se definir o cenário do rebaixamento: com um time já a uma distância considerável, o Juventus, que tem sete pontos e problemas internos, é o candidato maior pra receber o segundo bilhete para a Série B. No final de semana, acontecem os mesmos jogos da quarta, com mandos invertidos. Em se repetindo os resultados, a situação da reta final vai se desenhando.

A briga pela vaga da Copa do Brasil está completamente aberta. Chapecoense, Avaí, Marcílio e Brusque tem, hoje, chances iguais de chegar lá.


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