domingo, 30 de março de 2014

Os melhores e mais competentes na final

O Metropolitano foi o melhor da primeira fase, mas falhou na segunda. O Criciúma se classificou daquele jeito, não teve competência no quadrangular, e também caiu fora. Se é que se pode usar o termo "justiça" no futebol, deu a lógica e o indício de uma decisão quente e equilibrada por aí.

Joinville e Figueirense. Três confrontos no ano, uma vitória para cada lado e um empate.

Decisão definida em uma pelada e um jogão.

Carlos Junior / Notícias do Dia
O Joinville perdeu a chance de decidir em casa, que só cabia a ele. Um jogo contra o eliminado Metrô para seiscentas e poucas testemunhas que parecia pelada de solteiros contra casados. Poucas emoções, ataques que pouco queriam com a bola, e bote aí o desespero do JEC no final do jogo quando soube que precisaria vencer o jogo. Um zero a zero daqueles mais que merecidos pela falta de futebol. Hemerson Maria arrumou mal o time, que abandonou a organização para se transformar num amontoado que ia ao ataque de qualquer forma. Facilitou para o Metrô, que via espaços para contra-atacar. Jogo chato, resultado que deu a deixa para o Figueira carimbar a decisão no Scarpelli e a vantagem dos resultados iguais. Desfalcado de Bruno Aguiar e principalmente de Edigar Júnio, o time terá que provar que foi só uma má tarde.

Eduardo Valente / Notícias do Dia
Pouco vi de Criciúma x Figueirense, mas ir desfalcado para o Heriberto Hulse lotado, suportar a pressão, e fazer três gols, é algo sensacional e que dá moral para a final. A torcida está insandecida para os jogos finais onde os dois times, completos, vão fazer o tira-teima.

Não é questão de ficar em cima do muro. O campeonato está tão nivelado (por baixo), que ninguém se candidatou, em campo, a ser favorito. Pesa a favor do Joinville uma melhor organização (tirando fora o último jogo), enquanto o Figueira tem a vantagem da final em casa, o que não quer dizer muito: os últimos dois campeões estaduais fizeram o segundo jogo fora.

A última partida, que o JEC venceu no Scarpelli, foi quente, com muita briga, expulsos dos dois lados e muita dificuldade para a arbitragem. Dois times que já se enfrentaram três vezes e que não se entendem em campo. A Federação terá que tomar cuidado com as equipes de arbitragem que serão escaladas, se não vai virar confusão, já que nenhum deles passou limpo pelas polêmicas na temporada.

Que venham as finais.


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