domingo, 1 de junho de 2014

Campeonato parou: um mês de crise para o Figueira e de reestruturação para Tigre e Chape

Marco Santiago / Notícias do Dia
Com o Campeonato Brasileiro oficialmente interrompido para a Copa, chega aquela hora que dá pra tentar arrumar a situação de quem não está bem na tabela.

Dá tempo para trocar técnico, recuperar jogador e ir ao mercado. O problema é que, até lá, as posições não mudam. 

Ou seja, o Figueirense vai para essa intertemporada mergulhado numa panela de pressão que vai demorar para terminar de cozinhar. Time ruim, treinador que não comanda, pior ataque e defesa do campeonato. As vaias do torcedor, muitos desesperados, refletem uma situação que não dá sinais de uma reviravolta. A derrota para o Atlético-PR foi mais um exemplo do time que não conseguiu se impor. O que acontece lá dentro ninguém de fora sabe, mas internamente é algo bem grave. O reflexo se vê no campo.

O que pode acontecer: dizem que pode aparecer Gilmar Dal Pozzo. Ou seja, Guto Ferreira está trabalhando sabendo que sua cabeça já está rolando. O time precisa ganhar qualidade, mas não vai ser fácil pra ninguém. A conta é simples: ou você tira jogador de outro time da Série A que não está sendo aproveitado, ou vai para o mercado do exterior ou busca alguém na Série B. Remendar o time no meio do campeonato pode dar certo. Mas a chance de dar errado é maior.

No Criciúma e em Chapecó, a situação é parecida, mas sem aquele aperto de saber que está na zona de rebaixamento. Isso dá outro ambiente. O Criciúma (segundo pior ataque do Brasileirão, 4 gols) perdeu para o Santos em duas entregadas bisonhas do seu meio-campo. Já a Chapecoense venceu o Bahia mostrando que, finalmente, entrou no Campeonato Brasileiro. Foi rápido nos contra-ataques, marcou bem e venceu com justiça. Nesse caso, o time verde conseguiu consertar o péssimo início. Com os pés no chão e passado o choque da estreia, hora de trabalhar e reforçar, porque está precisando.


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