sábado, 19 de julho de 2014

O dia que a Chapecoense calou o Morumbi

Ivan Storti / Lancenet / ND
A torcida do São Paulo estava pronta pra festa. Foram 47 mil torcedores empurrados por um valor justo de ingresso. É aquele tipo de jogo que o torcedor vai com a certeza que verá muitos gols do seu time. 

Só que do outro lado tinha uma Chapecoense bem armada, que defendeu muito bem, soube aproveitar a chance que teve e garantiu o resultado. Algo sensacional, mais um feito para o caderninho do clube que impressionou o país no ano passado.

Por favor, que o assunto da busca do Verdão por um novo técnico esteja encerrado. Sob o comando de Celso Rodrigues, o time recuperou a grande diferença técnica do início do Brasileirão, conquistou resultados e conseguiu ir para a parada da Copa fora da zona de rebaixamento. E no primeiro jogo pós-Copa, vence o São Paulo do Muricy com muita garra. Deixa assim que tá bom. O time está competitivo, isso é o que interessa.

Sábado que também teve a derrota do Figueirense para o Grêmio, para mais de 6 mil torcedores que não lotaram o Scarpelli, com o absurdo preço do ingresso a 100 reais. O principal problema: falta de chutes a gol. Contei uns dois ou três, sem perigo. Guto Ferreira mexeu o time e não resolveu. Tomou o gol no início da partida e não teve competência, e parece que nem vontade de empatar. O meio não funcionou e o ataque não fez absolutamente nada. 

Agora fica a dúvida: o real time do Figueira é o que bateu o Coxa ou o que perdeu para o Grêmio? Coisa para se analisar.


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