sábado, 13 de setembro de 2014

Sem espetáculo, Avaí vira a rodada como líder

Geninho falou tudo sobre o jogo contra o Vila Nova logo após o apito final: seu time não fez um bom jogo, apenas o suficiente para bater o lanterna do campeonato. Excesso de confiança faz coisa, ainda mais quando se joga contra o pior time do campeonato e quando o time está a 90 minutos da liderança.

O Joinville passou pelo mesmo problema, vencendo o mesmo time em casa com um apertado um a zero. São três pontos na conta, e a troca de posições na liderança, com o primeiro gol de Marquinhos na Série B e Diego Felipe fazendo mais um

Algumas coisas a observar: o crescimento da Ponte Preta, que fica a um ponto do G4 e consolida o bom momento no campeonato. O contrário acontece com o América-MG, que perdeu a terceira seguida e caiu para oitavo.

Na Série B onde ninguém está jogando bonito, meio a zero é goleada. O importante é estabelecer sequência. Entrar numa decrescente a essa altura do campeonato pode ser fatal lá no final.

Rodada interessante terça que vem: O Avaí pega o Sampaio, que é mais qualificado que o Vila Nova, o JEC vai a Recife pegar o Náutico enquanto que Ceará, Ponte, Boa e Vasco também jogam fora de casa.


sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Jogou 45 minutos para ganhar um ponto

Assessoria JEC
O Joinville teve que correr atrás do prejuízo para levar um pontinho de Juazeiro do Norte. Isso não está certo. O líder da Série B só resolveu jogar no segundo tempo, após 45 minutos de uma pasmaceira que resultou no gol do Icasa, que luta contra o rebaixamento na Série B.

Ainda que o ponto conquistado não seja terrível, fica a clara impressão de que a vitória poderia vir, não fosse o sono profundo que o time entrou no início da partida. O time não criou jogadas, não pressionou o adversário. A defesa permitiu o gol do Icasa com uma displicência enorme, coisa de quem não estava focado no jogo. A bronca no vestiário surtiu efeito e o gol de Bruno Aguiar acabou salvando o time de uma derrota dolorida.

Foi o jogo que terminou com a impressão de "porque não jogou assim a partida inteira".  Segue o bonde. Terça tem o Náutico pela frente. E tomara que o time jogue com vontade os 90 minutos, e não apenas metade do jogo.


quinta-feira, 11 de setembro de 2014

A aposta Jorginho

Depois de tomar tantos "nãos" de treinadores, a Chapecoense encontrou um que lhe deu um sim. Celso Rodrigues volta para ser auxiliar e vem Jorginho, que teve uma última passagem nada boa no Vitória.

Basicamente é isso. É o que tinha no mercado que aceitou pegar o clube e se encaixou no orçamento.

É uma aposta. Boa ou ruim, não sei. Comparando com Celso, é um nome mais experiente, mais "boleirão", e que pode tirar mais desse time, que me parece com falta de comprometimento. Sabe quando você vê que o time, mesmo limitado, pode render mais? Assim que eu vejo a situação da Chapecoense agora.

Ele contrasta trabalhos bons, outros não tão bons e outros ruins na sua carreira. Que em Chapecó ele faça valer a primeira opção. O time precisa de algo novo.


Os números que preocupam torcedores de Criciúma e Chapecoense

Fernando Ribeiro / Criciúma EC
Na noite em que o Figueirense teve azar mas garantiu mais um pontinho na Série A, os torcedores de Criciúma e de Chapecó se desesperaram mais um pouco.

Os números preocupam: a derrota para o Palmeiras foi a décima do Criciúma no campeonato, dez jogos sem vencer e um jejum de 637 minutos sem marcar um gol. Gilmar Dal Pozzo trouxe o discurso da confiança e falou em "conhecer o time". Ele não terá muito tempo pra isso. Precisa encontrar o encaixe do time, que pode até ir para a lanterna se o Bahia bater o Cruzeiro. Não adianta jogar bem se a rede do adversário não balançar e o resultado não aparecer, não é mesmo?

Já a Chapecoense sobrevive fora da zona de rebaixamento por causa dos critérios de desempate. Conquistou apenas um ponto nos últimos 12 disputados. Fez um jogo terrível contra o Coritiba. Tomou um gol logo no início, não se encontrou em campo e acabou perdendo de três. A diretoria precisa fazer um exame. Celso Rodrigues parece ter chegado ao seu limite.  O time que marcava forte e marcava uns gols não é o mesmo. Trazer jogadores? Um técnico experiente? O relógio toca e o pessoal de Chapecó tem que se mexer, antes que seja tarde.


terça-feira, 9 de setembro de 2014

Passeio avaiano em Bragança, e o G4 abre distância

Passou da ponte, o Avaí é outro time.

É a sétima vitória fora de casa, um número impressionante. 23 pontos conquistados como visitante, contra 15 dentro do seu estádio.  Fosse um pouquinho melhor em casa (perdeu três jogos), o Leão estaria bem folgado na frente.

O time de Geninho atropelou o Bragantino sem dó nem piedade, com um três a zero convincente no primeiro tempo, mesmo com uma posse de bola bem menor durante todo o jogo. Duas assistências de Marquinhos e outra atuação de alto padrão de Diego Felipe fizeram o time se sustentar na segunda posição.

Aliás, essa foi a rodada da gordura. Quem entrou na rodada no G4, venceu. Aí some a incrível derrota da Ponte Preta em casa, mais a vitória do Ceará sobre o América-MG, e temos uma distância de quatro pontos do quarto para o quinto colocado. Algo considerável. E se o time de BH perder pontos semana que vem no STJD, é um time forte a menos na briga.

Além das vitórias de Joinville e Avaí, os resultados colaboraram. Tem que comemorar com responsabilidade. Final de semana tem mais, com a dupla catarinense pegando dois times da zona de rebaixamento. Não pode bobear.



segunda-feira, 8 de setembro de 2014

JEC vence o retrancão do Paraná e segue líder

Assessoria JEC
Quem vê o placar final do jogo não sabe como o JEC suou pra ganhar do Paraná. O time de Curitiba montou um retrancão na Arena, tentando jogar no erro do adversário. Quase conseguiu um gol, não fosse uma senhora defesa de Ivan.

No fim deu tudo certo, Fabinho conseguiu passar pelo ferrolho e tudo ficou mais simples. Líder, e agora o melhor ataque. Tudo certo.

Boa partida de Naldo, indispensável no time. Everton correu bastante e Jael fez o seu.

O caminho para o acesso passa por fazer a tarefa de casa e buscar pontos fora. O tricolor está na liderança, e muito time vai querer enfrentar o líder jogando fechadinho. Problema para Hemerson Maria resolver.

Parece que a nuvem negra passou. Agora, serão dois jogos no Nordeste para colocar mais alguns tijolos no caminho para o acesso. Time pra isso o JEC tem.


domingo, 7 de setembro de 2014

Uma palavra resume a virada no Beira-Rio: sensacional

Ricardo Rimoli / Lance / ND
Que jogo foi esse? E que segundo tempo foi aquele?

Um time que chegou ao Beira-Rio pra ser um convidado de honra e saiu de lá com uma épica virada, daquelas que vai pros livros de história.

E tudo isso em 45 minutos, porque o primeiro tempo foi pra esquecer. O Inter vencia com tranquilidade e tudo indicava que seria assim até o final.

Chegou o segundo tempo e a história foi outra. Não sei se foi a suposta afirmação de Jorge Henrique (que teria chamado o Figueira de "timinho de m....") ou a bronca no vestiário. Mas o time entrou com outra vibe e começou a apertar o adversário. Lá atrás, Marquinhos e Thiago Heleno deram conta do recado. Era hora de tentar colocar água no chope colorado.

Cinco minutos, o primeiro gol. A mesma vontade, e o empate aos 30. Nessa hora, tudo podia acontecer. O momento era alvinegro, e a virada chegou logo depois. Algo pouco visto no futebol. A moral do Inter estava em frangalhos.

O bombeiro Argel conseguiu mais uma, e vai colecionando façanhas em um time desacreditado, que hoje é bem organizado, marca bem e está com a moral lá em cima. E a vitória em Porto Alegre joga ela lá pro céu. Nesse ritmo, o time não passará susto algum para permanecer na Série A.