domingo, 8 de novembro de 2015

Feliz 2016, Chapecoense

Assessoria ACF
Nervos no lugar, aplicação e confiança no seu potencial. Esse foi o tripé que comandou a arrancada final da Chapecoense que garantiu a permanência na Série A. E o jogo contra o Fluminense foi bem um reflexo disso. Contra um time pressionado e campo molhado, o Verdão saiu atrás, conseguiu o empate num belo cruzamento de três dedos de Maranhão, virou, tomou o empate e conseguiu a virada numa jogada de qualidade.

A Chape já pode planejar 2016, com uma temporada que teve uma atuação regular no Estadual, participação histórica na Sul-americana e um Brasileirão que teve um início sensacional, com uma queda que causou preocupação, até a reorganização da casa com Guto Ferreira. Missão cumprida e final de ano tranquilo.

Agora vem aí todo aquele processo de remontagem. Muita gente vai embora e, mais uma vez, o bom faro da diretoria será desafiado. Agora, com muito mais experiência.

Nervoso é apelido

Iniciei esse texto com nervos no lugar, algo que falta e muito para o Avaí. Muitos times, quando sentem a água entrando na casa quando chega o final do campeonato, perde o senso de orientação. O Atlético-PR foi pra cima de uma confusão vestida de azul e branco. A pior defesa do campeonato apareceu com tudo, facilitando o trabalho de Walter, que fez o que quis.

O Z4 só vai mudar se o Goiás vencer ou empatar com o Flamengo no Maracanã. Mas o Avaí não mostra reação neste momento crucial.

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