domingo, 1 de novembro de 2015

Ninguém arranca, e o JEC para na sua falta de qualidade

E segue a novela. Aqueles times da parte de baixo não vencem uma partida para dar um passo enorme na classificação. Vão empatando, e as rodadas passando. Abriu-se aí um canal para que a Chapecoense aumente sua arrancada. Se bater o Atlético-PR neste domingo, serão oito pontos de frente para o Coritiba, primeiro da zona de rebaixamento. Já pode começar a preparar o ano novo.

O empate do Figueirense pode até ser considerado positivo. Era confronto direto e não permitiu que o Coxa o ultrapassasse. O Avaí enfrentou campo pesado e perdeu a chance de vencer em casa um Cruzeiro que já planeja o próximo ano. Sem muitos detalhes, já que trabalhei em Ponte Preta x Joinville. Desse jogo, posso falar um pouco.

Depois de empolgar a torcida com as vitórias sobre Coritiba e Figueira, o JEC perdeu para o Inter jogando bem, sem competência pra concluir a gol. Deixou o adversário, em uma péssima noite, "achar" um gol e vencer a partida. Contra a Ponte foi absolutamente igual. O tricolor criou, segurou o time da casa, mas parou por aí. 

PC Gusmão montou um ataque onde Marcelinho Paraíba corria feito um louco e a dupla Silvinho-Edigar se escondia atrás da marcação. É a história do time que cria, mas não conclui. Acabou punido numa jogada de Rodinei no segundo tempo que Guti mandou contra.

É muita conta para que o time escape. Ou melhor, nem é conta, são vitórias que precisam vir, com um ataque que tem um jogador (Kempes) que mostra algum tipo de brilho. O resto não funciona e vem aí o Santos, onde o tricolor não terá Naldo e Kadu, suspensos. Tá fácil, né?

Dói para o torcedor, mas é a verdade. Faltou qualidade na montagem do time, e os resultados estão aí. O rebaixamento virá sem muita dor, sem lágrimas na arquibancada. Porque nesse tempo todo o time preparou a torcida para isso.




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