sábado, 21 de março de 2015

Sem novidades, JEC venceu a primeira fora de casa

Assessoria JEC
A expulsão de Valdo Bacabal no início da partida fragilizou o Inter de Lages e deu ao Joinville uma chance real de equilibrar a partida dentro de Lages e faturar uns pontos na Serra.

No fim deu certo, com gol em um desvio de Fernando Viana. Mesmo com 10, o colorado lageano conseguiu equilibrar o jogo, mas não conseguiu chegar no gol. Hemerson Maria fez a sua parte, colocando Geandro e retrancando de vez o time, quando era melhor em campo e não precisaria correr o risco de atrair ainda mais o adversário com um jogador a menos para o seu campo.

O JEC tem agora pela frente dois jogos contra o Criciúma, o time mais fraco do hexagonal, que provavelmente chegará na quarta sem vencer. Duas vitórias são obrigatórias para que o time permaneça vivo, ainda que não esteja mostrando nenhuma evolução, uma palavra que o treinador garante que acontece dentro do time.

Desisti de esperar o time jogar bonito. Se o time quiser chegar na final, vai ter que ser desse jeito aí. Na base do tranco, no sofrimento, e com um pouco de sorte.



quarta-feira, 18 de março de 2015

Só o Figueira vai ter que correr mais 90 minutos

Não tenho dúvida que o Figueirense vai passar de fase na Copa do Brasil. Tem mais time, maior investimento e ainda traz para o Scarpelli dois gols marcados fora de casa. Mas é o tipo do resultado que não dá pra ficar satisfeito pela diferença entre os dois clubes. Menos mal, não perdeu. Mas os jogadores perderam uma folga durante os duros jogos do hexagonal do catarinense. Vencia por 2 a 0, tinha eliminado o jogo de volta, acabou tomando o empate. Segue o bonde, um jogo a mais para encarar.

Enquanto isso, Chapecoense e Criciúma passaram por cima dos adversários sem dó. Interporto e Real Noroeste já estão satisfeitos com a gorda cota da CBF que paga algumas folhas de pagamento. É o cenário dos estaduais de Tocantins e Espírito Santo, que tem baixos investimentos e traz como prêmio principal a vaga na Copa do Brasil.

A exigência aumenta na segunda fase, contra times mais qualificados. Aí tem jogo.

domingo, 15 de março de 2015

Figueira patrola o Metrô e abre distância, graças ao empate em Joinville

Não esperava uma goleada como aconteceu, mas o Figueirense passou por cima do pior gramado do Estadual e ainda por cima molhado para patrolar o Metropolitano e abrir frente na classificação. Quatro pontos conquistados fora de casa que lhe dão um grande diferencial.

Ao contrário de quinta, enfrentou no Sesi alguém que buscou o ataque, ainda mais porque tomou gol no primeiro minuto. Isso facilitou o serviço do time de Argel, que não teve piedade com a intranquilidade do adversário, que até tomou gol digno de pelada de segunda-feira.

Não foi nada extraordinário, se não a regularidade. O time não baixou o ritmo em relação à primeira fase e vai aproveitando a boa fase para pontuar. Usando os jogadores da base, Argel vai garantindo uma rotação que lhe dá grande confiabilidade do plantel. E assim o alvinegro vai pavimentando o seu caminho para a final. Contra quem?

Não se sabe mais. A Chapecoense fez um jogo sonolento contra o Joinville, que não vem jogando aquelas coisas. Pobre de espírito, sem inspiração, o time de Vinicius Eutrópio entrou pesado em campo, e não colaborou em nada para o espetáculo, coisa que já se esperava do Joinville, que não sabe como está no hexagonal. Zero a zero mais do que merecido. O time de Chapecó ainda é favorito, mas tem que acordar.

O Figueirense e o Inter de Lages, que destruiu o Criciúma fora de casa, agradecem. O colorado lageano está vivo na briga e até pode entrar no "G2" se vencer o JEC em casa no sábado. Algo bem possível de acontecer, até porque a Chape deu uma deslizada quando não pode perder o embalo.