quinta-feira, 9 de julho de 2015

As razões que levaram à vitória do JEC no Scarpelli

Eduardo Valente / Notícias do Dia
Primeiro de tudo, o JEC foi mais time que o Figueira na noite de quarta no Scarpelli. Nas duas situações que o jogo se apresentou, com o campo atrapalhando e depois que a drenagem deu jeito, o time de Adilson Batista se postou melhor.

Ele apresentou uma proposta de três volantes, dando liberdade para Anselmo e com Fabrício flutuando bem. Deu certo. Lucas Crispim encontrou alguém ao seu lado e pode trabalhar melhor.

Senti no Figueira uma falta de foco, e não é culpa da ausência de Clayton. Contra o Flamengo, o time foi brigador, teve um número absurdo de desarmes e mostrou uma entrega acima da média. Não houve isso contra o JEC. Rafael Bastos ficou preso na marcação, e deu espaço para o Joinville.

O primeiro gol foi um ótimo trabalho de ataque, com o cruzamento de Marion, a bela escorada de Crispim que deixou Kempes, que não havia sido titular em Curitiba, na cara do gol. Isso acabou causando choque no Figueira, que perdeu o mínimo de organização que tinha para subir no desespero. Aí surgiu outro ponto para Adilson, que posicionou bem a defesa, com Donato e Douglas Silva. Espaços fechados, que quando furados, pararam nas mãos de Agenor.

Não quer dizer que o JEC virou um timaço ou que o Figueira caiu de qualidade. Foi um jogo, marcado sim, pela felicidade da proposta de Adilson, contra um alvinegro que não viveu a mesma vibe de outros jogos. Perdeu a gordura conquistada na vitória do Maracanã, e tem tudo para beliscar pontos contra o Santos. Já o Joinville terá dois jogos em casa contra Inter e Ponte Preta, e mais uma chance de ficar perto da saída da zona de rebaixamento. Resta saber se o time vai engatar uma recuperação depois de vencer um rival local fora de casa.


segunda-feira, 6 de julho de 2015

Video: maqueiros gente boa em Concórdia

Esse video é do jogo Concórdia x Juventus de Seara, pela Série B do Catarinense. Os maqueiros de lá foram tirar o jogador do time visitante do campo e.... veja:


Video da Rádio Rural AM de Concórdia

Segundona na segunda: rodada embolou a classificação

Alain Rezini / Rádio Cidade
A Série B do Catarinense, mundialmente conhecida por segundona, teve no final de semana a sétima rodada de um total de 18 que decidirão os dois times que vão para a primeira divisão do catarinense em 2016.

Os resultados embolaram tudo. Tubarão e Brusque, que lideravam o campeonato, perderam terreno e viram o resto da turma chegar. O Juventus de Jaraguá, que trocou de técnico, bateu o Operário de Mafra e assumiu a segunda colocação, com uma vitória a mais que o Brusque. E vai ficar assim mais uma rodada, já que enfrenta no final de semana o Blumenau, saco de pancadas que tomou 9 ontem do Juventus de Seara.

O Brusque pode demitir o técnico Leandro Campos a qualquer momento. Tem o melhor elenco mas não consegue pontuar. Já perdeu quatro pontos em casa e isso já está fazendo falta. O time não apresenta evolução tática, e o acesso tranquilo pode acabar virando um sofrimento em caso de insucesso.

Dos 10 times, nove tem chances de chegar. Duas vitórias seguidas podem colocar um time lá em cima da tabela. O outro é o Blumenau, que faz um vexame por rodada e já perdeu nove pontos por escalação irregular. Deve perder mais três. Está rebaixado.


Figueira acreditou e venceu no Maracanã

Lancenet / Notícias do Dia
O Figueirense venceu o Flamengo daquela forma que vai ficar na memória do torcedor por um bom tempo. Venceu porque acreditou. Venceu porque sentiu o mau momento do adversário. E, principalmente, porque não baixou a guarda.

O primeiro tempo foi terrível. Tirando uma chance de Rafael Bastos, o Figueira assistiu o Fla jogar e perder chances. Na segunda etapa, quando Alan Patrick fez o gol, o time não sentiu. Quando Ricardinho marcou o golaço de falta, a torcida rubro-negra passou a jogar contra, como tradicionalmente acontece, ainda mais em épocas de má campanha. Aí o Flamengo sentiu, a bola foi roubada no meio e Fabinho mandou para a rede. Acreditou e venceu.

Agora, o time de Argel pega o desesperado Joinville em casa na quarta, com amplo favoritismo.





domingo, 5 de julho de 2015

Jubal estragou a festa na Ressacada

Jubal, Jubal.... Como você comete uma ingenuidade dessas aos 45 minutos do segundo tempo? De costas pro gol, bola dominada, perde e ainda faz pênalti? Isso é básico do futebol. Cerca, protege, fecha espaço.... mas não dá carrinho na área!

Estragou uma festa pronta, de um time que fez uma baita partida, conseguiu se recuperar de uma falha coletiva da zaga no primeiro tempo, não perdeu a cabeça e conseguiu a virada ainda no primeiro tempo. No segundo, foi suportando a pressão crescente do líder do campeonato, com tudo para tirar a invencibilidade do time de Recife, com William botando bola na trave para lacrar o caixão. Aí o Jubal...

Eram três pontos contra um dos melhores times do campeonato. Dois voaram e acabaram virando um empate dolorido dentro de casa.

Gilson Kleina está de parabéns pela forma que armou o time, com marcação precisa, bem postado em campo, fazendo por merecer a vitória, conseguindo fazer o time render sem Marquinhos. Só não contava que um jogador seu fosse entregar o ouro.




A bicicleta que garantiu a importante vitória

Assessoria ACF
O gol do zagueiro Neto da Chapecoense contra o Vasco foi algo de grande raridade: primeiro, porque ele próprio dominou a bola. Depois, teve raciocínio rápido o suficiente para pedalar no ar e achar um belo chute. E terceiro, porque é um zagueiro.

Foi o lance que furou o esquema de Celso Roth, que monta um time fechado para "segurar lá atrás" em um momento de crise. Mesmo assim, a Chape mostrou maturidade e sobre encaixar o seu jogo. Criou as chances, variou as bolas e acabou tendo sucesso.

São 16 pontos, uma posição a mais garantida a e a permanência na primeira página da classificação. É um voo de cruzeiro sem passar por grandes pressões. Que foi garantido por outro voo certeiro, candidato ao gol do campeonato.