domingo, 10 de janeiro de 2016

Catarinense 2016: Guarani

Começa hoje aqui no Blog a Série de Posts com os perfis de todos os times do Campeonato Catarinense 2016, tradição deste espaço. Diariamente, o leitor poderá conferir as novidades de cada um dos dez clubes que buscam o título. Começando nossa série, vamos falar do penultimo colocado do último estadual, o Guarani de Palhoça.


SOCIEDADE ESPORTIVA, RECREATIVA E CULTURAL GUARANI
Fundação: 15 de fevereiro de 1928
Cores: Azul e Branco
Estádio: Renato Silveira (3.000 lugares)
Presidente: Janilton Gentil
Técnico: Sérgio Ramirez
Ranking "BdR" 2015: 10o. lugar
Catarinense 2015: 9o. Lugar



Rebaixado no ano passado em uma circunstância até curiosa, já que entrou na última rodada da primeira fase com chances de classificação, o Guarani teria a tarefa de iniciar o planejamento para a segundona já com o ano em andamento. De repente, o Atlético de Ibirama resolve desistir do Estadual e a vaga cai no colo do time de Palhoça. O que pode ser considerado um presente ou uma boa notícia no fim vira um baita desafio, uma vez que não havia o planejamento de iniciar a montagem do time ainda em 2015. O clube vive um novo momento. Hoje, ele é uma empresa, comandada pela indústria de alimentos Parati, que tratou de pagar as dívidas do clube e demitir todos os funcionários para recontratá-los pela nova razão social. Para FCF, o presidente continua sendo Janilton Gentil, mas o gestor desse novo momento do Bugre é o inoxidável Amaro Junior, cujo nome se confunde com a própria história recente do clube.

Aliás, dá pra dizer que o clube tem a mão de três treinadores. Além de Amaro, o experiente Luiz Carlos Cruz gerencia o futebol e o uruguaio Sérgio Ramirez, de 64 anos, vai tocar o trabalho na beira do gramado. Seu currículo dispensa apresentações, ele conquistou o catarinense em 1993 pelo Criciúma e vem de uma passagem longa pelo Joinville, onde além de treinar o time, trabalhou como coordenador técnico. Aceitou o desafio de montar um time a toque de caixa e promete brigar pela vaga na Série D.





Na montagem do elenco, o Bugre não fugiu muito do modus operandi tradicional de outras temporadas. Mesmo com um suporte financeiro maior, o time não traz nenhum jogador diferenciado ou indicando uma alta folha de pagamento. Do elenco, destacam-se o lateral-esquerdo Capa, vindo do Operário-PR e com passagens pelo Ibirama e Marcílio dias, a dupla de zagueiros Claiton e Baggio, do Hercílio Luz e o lateral William de Mattia, ex-Figueirense.

No ano passado, o Guarani montou um time parecido e acabou caindo. Mesmo com o patrocinador forte, não parece ter elevado seu orçamento para montar um time para brigar pela ponta de cima. Some-se a isso outro problema competitivo que é a falta de torcida, algo que faz muita diferença. São muitos os desafios de um time que ganhou um presentão, mas vai ter que lutar muito para fazer bonito e não jogar a segundona em 2017.






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