quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

A rodada: três empates, vitória da Chape e "hat trick" da arbitragem

Carlos Junior / Notícias do Dia
Infelizmente vou ter que gastar espaço nesse post para falar de arbitragem na rodada de quarta do Estadual. Mas vamos lá, faz parte.

Joinville x Figueirense, o jogo mais importante da rodada, teve aqueles requintes de rivalidade acesa depois da final do estadual. Promessa de jogo pegado, ainda mais animado por causa da chuva no norte do Estado. Poderia ser um jogão, mas Célio Amorim quis ser a estrela do espetáculo. Expulsou William Popp por desleixo, ao dar um cartão amarelo sem saber que ele já havia sido advertido uma vez. Depois, no segundo tempo, resolveu compensar em um lance que Dudu tirou o pé em uma disputa de bola. Enfim, nada muito diferente do que já vimos de suas atuações em outras partidas. Com a bola rolando, o Figueira não soube aproveitar a vantagem, mesmo tendo um Clayton em fase sensacional. Aliás, ele segue sendo o grande candidato a craque do campeonato. Seu time vai demorar ainda pra se acertar, e ele vai carregando o piano do jeito que dá. Já o Joinville, que perdeu um jogador cedo, teve que se virar nos 30. Mas ainda mostrou que está longe do ideal.

Marcio Costódio / BFC
Em Brusque, o Criciúma voltou feliz da vida pra casa com o ponto conquistado. Bráulio Machado vinha com uma atuação perfeita até o momento que o espírito de Sandro Meira Ricci baixou nele. Roger Guedes não cometeu um erro para cartão vermelho. Uma advertência para ele estaria ótimo. Mas o árbitro, naquele desejo de querer ser durão, resolveu expulsá-lo. Aí o Tigre morreu, Roberto Cavalo tratou de fechar o time para garantir o empate. O time do Brusque hoje funciona muito bem na marcação, tem trabalhado bem na roubada de bola. O problema é no ataque. Giancarlo tenta exaustivamente o pivô e dificilmente aparece alguém para receber. Mesmo assim, o time criou chances de perigo, mas Luiz estava lá para segurar.

Pouco posso falar de Camboriú x Chapecoense, onde Cléber Santana fez o único gol, não fosse um porém: Héber Roberto Lopes enxergou falta que não existiu no gol anulado do Cambura, que vai lamentar por um bom tempo. Mais um prejuízo causado pela arbitragem, que logo vai ser chamada para ouvir bronca da chefia. Pode anotar.




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