sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Futuro enorme para Clayton, problema para o Figueirense

* Publicado no "Notícias do Dia" de 18/02/16:
Clayton fez ontem o seu último jogo pelo Figueirense como a principal atração da semana no mercado nacional, que deu a ele a liberdade de escolher entre Atlético-MG, Palmeiras e Corinthians, três grandes clubes do país que estão disputando a Libertadores, para seguir o seu caminho. Não é todo mundo que tem uma oportunidade dessas. Chamou a atenção no ano passado no Brasileirão e no Pan de Toronto. O excelente início da temporada 2016 foi o estopim para as propostas. Em tempo de saída de jogadores para o exterior, o camisa 7 alvinegro brilhou com seu talento em uma fase espetacular. Além disso, seus 20 anos de idade provocam uma excelente oportunidade de investimento visando uma venda futura para fora do país.
Problema para o Figueirense que, além de não começar nada bem a temporada, vai perder o seu principal jogador levando apenas uma parte do dinheiro da negociação. No estadual, Clayton carregou o piano de um time sem inspiração no ataque. Hudson Coutinho, hoje o interino que substituiu a ele mesmo, sentiu isso na pele. E qualquer que seja o treinador que assumir o time, precisará de competência extrema para tentar levar o time à final. Vendo a Chapecoense a uma grande distância no primeiro turno, o alvinegro precisará de alguma receita milagrosa para ter um salto de qualidade sem o jogador diferenciado, que torna-se mais uma peça do time do ano passado que tomou outro destino. A essa altura da temporada, boas opções no mercado são bem complicadas.
Qualquer que seja a sua escolha, "Claytinho" tem um futuro gigantesco pela frente. Possui todos as qualidades em uma posição que muitos clubes tem carência.
Derrota em Porto Alegre
Como era esperado, o time titular do Internacional bateu o mistão do Avaí sem muitas dificuldades no Beira Rio, em jogo da Primeira Liga. Pergunto: considerando que o próximo jogo é contra o Brusque, e não há mais chance de título do turno do Estadual, será que era necessário poupar jogadores em uma competição nacional, com maior exposição?

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