domingo, 30 de julho de 2017

31/07 - Para evitar a tragédia completa

TARDE DE CAOS

Tente imaginar como os jogadores do Figueirense se sentiram no jogo contra o Vila Nova. Sentiram a revolta da torcida, já estavam recebendo pressão de tudo que é lado durante os últimos dias e, de quebra, enfrentaram um bom time. A derrota era esperada pelo que o Vila de Hemerson Maria mostra e pelo que o Figueirense não consegue mostrar. Marcelo Cabo não deu jeito e leva com ele Carlito Arini, responsável pela "reformulação" do elenco após o fiasco do Estadual. Não deu nada certo, e agora o Figueira parte para a parte mais delicada: ir atrás de um milagreiro que consiga espremer o máximo do elenco para evitar o rebaixamento.

A PARCERIA

Tenho pé atrás com parcerias, e acho que elas precisam ser bem avaliadas. Após a derrota para o Vila Nova, apareceu a notícia de que um grupo de investidores quer entrar no Figueirense a toque de caixa para colocar dinheiro no clube e salvar o time do buraco. Isso não é uma coisa simples e, pelo que estou vendo no noticiário, é tratado com uma rapidez que me preocupa. Que os itens desse contrato sejam analisados de forma bastante ampla e transparente pelos conselheiros, de forma que não haja arrependimento depois.

AÍ NÃO DÁ

Não há como justificar a derrota de virada da Chapecoense para o fraco time do Atlético de Goiás. Ainda mais com o time mostrando uma reação e com a possibilidade de ficar na primeira página da tabela. De quebra, a Chape perde a oportunidade de fazer a melhor campanha de primeiro turno na sua história na Série A. Teria sido o excesso de confiança?

SEM REAÇÃO

O Avaí foi a São Paulo para se defender e viu seu planejamento ir para o vinagre logo no início da partida. A expulsão de Juan, por reclamação, mostra a grande dúvida sobre o real envolvimento e comprometimento do atleta com o projeto do time. Ainda que bons resultados tenham vindo nas últimas rodadas, o que aconteceu no Allianz Parque chama a atenção para o que não deve ser feito

APÁTICO

Estive em Juiz de Fora (MG) e vi uma atuação patética do Joinville contra o Tupi, time que tem um projeto bem simples e está muito bem na tabela da Série C. Os três gols do time da casa foram de falhas graves: no primeiro, um cruzamento que entrou sem que nenhum cristão afastasse. No segundo, uma falha individual. E logo no início do segundo tempo veio o golpe final em uma jogada simples pela esquerda diante de uma marcação bagunçada. O JEC tem pela frente dois jogos em casa com a obrigação de vencer. Mas sem encontrar bom futebol, e depois de uma taquarada dessa, fica complicado acreditar em acesso. Pingo ainda não encontrou o time ideal, que renda satisfatoriamente. E o tempo está passando.

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