quarta-feira, 12 de julho de 2017

Coluna - 12/07


ATÉ A FCF

Surpreendeu o fato de que até a Federação Catarinense de Futebol tenha se mexido para soltar uma nota reclamando do assalto a mão armada que o Joinville sofreu em São Paulo. Não vai resolver nada, mas é sinal de apoio. O decepcionante é saber que esse árbitro ruim vai tomar dois ou três jogos de geladeira e logo vai voltar a apitar. Fico me perguntando como seria se houvesse o adicional atrás do gol.

ESCOLHA

O presidente da Federação Rubens Angelotti resolveu nomear o ex-presidente do Marcílio Dias Carlos Crispim como Diretor de Relações Institucionais, que serviria como uma espécie de elo entre clubes e ligas com a FCF. Apesar de não entender direito essa função e desconhecer se é remunerado, é bom lembrar que ele foi responsável pelo maior processo tomado pela Associação de Clubes, quando foi presidente: ele assinou um contrato de televisionamento com a RBS em 2009 sabendo que a Record ainda tinha um acordo vigente. A SC Clubes tomou um processo daqueles na Justiça. Goza de prestígio junto aos dirigentes.

TESTE

O Juca Miguel reclamou e eu assino embaixo: Série C é início da várzea da arbitragem, salvo exceções. Por exemplo, o árbitro de Mogi x JEC só tinha apitado neste ano dois jogos da Série D e um do Brasileirão Feminino, antes de "subir de divisão". Subiu e fez besteira. Nesse campeonato e na D, a CBF aproveita pra testar árbitros de tudo que é canto. No meio dos bons tem ruins.

NÃO REPERCUTIU?

Na segunda-feira, o Joinville foi descaradamente roubado em Mogi Mirim, com um gol ilegal onde a bola saiu meio metro na linha de fundo, lance que chamou a atenção em todo o país. Menos para a afiliada da Globo em Santa Catarina, que se limitou a informar o resultado da partida no seu programa de esporte e sequer mostrar o lance polêmico. Ficou feio.

SEM ESPAÇO

Aliás, não dá pra entender. Os gols do mata-mata da Série D se limitaram a uns dez segundos pra caber nos seis minutos de bloco local do "GE". Depois, é overdose de futebol carioca com os outros blocos do Rio. A afiliada catarinense usa do mesmo expediente de estados como Tocantins e Roraima, que não tem notícias locais suficientes para encher um programa. Aqui tem e não usam.

ESTAVA ESCRITO

No papel, estava mais ou menos desenhado que o Figueirense perderia para o CRB. Afinal, o time de Alagoas chegou a 13 pontos conquistados nos últimos 15, consolidando a boa fase. Enquanto isso, o Figueirense vai capengando, tropeçando na bola e enfrentando a pressão que complica ainda mais qualquer tipo de trabalho. O primeiro tempo foi terrível. Teve melhora no segundo, mas já era tarde. A distância para o primeiro fora do Z4 agora, é de três pontos.








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